Convidados

Conheça os participantes da edição 2026 e confira seus horários na programação.

Marcos A. Luiz

Marcos A. Luiz

Na programação13/10 — 18h & 22/10 — 09h30.

Ler biografia de Marcos A. Luiz

O artista visual e Cineasta Marcos A. Luiz, natural de Nova Lima – MG começou sua trajetória na década de 1980, frequentando oficinas do seu Mestre (o artista polonês radicado no Brasil Frans Krajcberg) artista visual e fotografo já falecido em 2017 – Nova Viçosa – Sul da Bahia. Essa formação inicial deixou marcas profundas: o olhar sensível para a matéria, para a cor da terra e para fotografia como registro de memória. Foi a partir de 2008 que Marcos A. Luiz sistematizou seu trabalho com o projeto Terras Coloridas, implementado na cidade de Rio Acima MG. O projeto entrou para no Ciclo de formação da Educação Básica dos alunos das Escolas municipais do município, levando para dentro da sala de aula a Terra como material de criação. A proposta central é simples e potente: usar a própria terra com suas variações de cor, textura e mineiridade como pigmento e linguagem artística. Mais do que pintar com a terra, o artista propõe pintar “com” a terra, repensando nossa relação com o planeta e com o clima. Paralelo ao trabalho nas escolas, Marcos A. Luiz leva oficinas para dentro do estado e também fora dele, inclusive no exterior. O objetivo é expandir a ideia de que arte pode ser feita com o que temos à mão, valorizando o saber local e a sustentabilidade. O trabalho de Marcos A. Luiz ganhou visibilidade institucional. Ele foi Premiado e Titulado MESTRE pela SECULT – MG – SECRETARIA DE CULTURA DO ESTADO DE MINAS GERAIS, reconhecimento dado a artistas que se destacam na transmissão de saberes e na contribuição cultural do estado de MG. Também foi convidado a apresentar o projeto no FORUM DAS AMERICAS levando as Terras Coloridas para um debate internacional sobre arte, educação e meio ambiente. O que mais chama atenção no seu trabalho é a sensibilidade do artista em trazer para o planeta a Terra para o centro da discussão. É um gesto que ensina crianças e adultos a respeitar o solo, a observar as cores da sua região e a entender que arte e natureza não estão separadas. Educação, Memória e Consciência ambiental. O trabalho do Artista com a terra é mais que uma técnica artística. É um manifesto afetivo sobre pertencimento. Marcos A. Luiz transforma a geografia de Minas em paleta, e com isso ensina que cultura também se faz de barro, de óxido, de chão.

Elisa Lucinda

Elisa Lucinda

Na programação13/10 — 20h

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Elisa Lucinda é poeta, escritora, atriz, intérprete de canções, jornalista, professora e empreendedora cultural. Autora de 24 livros, construiu uma obra que atravessa poesia, prosa, literatura infantil, dramaturgia, música e artes cênicas. Entre seus títulos estão O Semelhante, Eu te amo e suas estreias, A Fúria da Beleza, Vozes Guardadas e Fernando Pessoa, o Cavaleiro de Nada, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura em 2015. O romance Quem me leva para passear, da coleção O Pensamento de Edite, esteve entre os cinco finalistas do Prêmio Jabuti de 2022. É também autora da coleção infantil Amigo Oculto, vencedora do prêmio Altamente Recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. Fundadora do Instituto Casa Poema ao lado da atriz Geovana Pires, Elisa desenvolve projetos que aproximam poesia, educação, cidadania e direitos humanos. Em parceria com o Ministério Público do Trabalho, promove formações destinadas a jovens em cumprimento de medidas socioeducativas, professores, população LGBTQIA+, juventudes periféricas e comunidades quilombolas, entre outros públicos. Sua trajetória foi reconhecida com o Prêmio Bertha Lutz, em 2009, por sua atuação em defesa dos direitos e da valorização das mulheres; com o Prêmio Especial do Júri do Festival de Cinema de Gramado, em 2020, pelo conjunto da obra; e com o Prêmio Nise da Silveira e a Comenda Jerônymo Monteiro, em 2026. Desde 2021, ocupa a cadeira de Olavo Bilac na Academia Brasileira de Cultura. No teatro, seu espetáculo Parem de Falar Mal da Rotina tornou-se um dos trabalhos mais emblemáticos de sua carreira, reunindo milhões de espectadores e leitores. Na televisão, destacou-se recentemente como Marlene, em Vai na Fé, e atualmente interpreta Zuzu na novela Coração Acelerado, da TV Globo.

Caio Rosa do Espirito Santo

Caio Rosa do Espirito Santo

Na programação14/10 — 14h

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Caio Rosa (n. 1992, Rio de Janeiro, Brasil) é artista visual, fotógrafo e pesquisador radicado em São Paulo. Sua prática explora as relações entre fotografia, som, escultura e materiais de arquivo para investigar a memória, a transmissão cultural e as histórias por trás das imagens. Seu trabalho dialoga com as tradições culturais afro-brasileiras, entre Rio de Janeiro e Minas Gerais. Por meio de processos fotográficos experimentais, instrumentos musicais, esculturas e instalações sonoras, ele examina como o ritmo, a água e a transformação material podem atuar como portadores da memória histórica. Seu trabalho foi apresentado nacional e internacionalmente em instituições e exposições como Pinacoteca de São Paulo, Museu de Vassouras, Festival Rencontres d’Arles, Saatchi Gallery, Fotografiska Stockholm e Academia de Belas Artes de Viena. Em 2026, foi selecionado para a 15ª edição das Rencontres de Bamako – Biennale Africaine de la Photographie, no Mali. Rosa foi agraciado com o Prix Photo Aliança Francesa em 2024 e foi artista residente na Cité Internationale des Arts, em Paris.

Antonio José do Espirito Santo

Antonio José do Espirito Santo

Na programação14/10 — 14h

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Spirito Santo é doutor em música pela UFRJ músico, pesquisador e escritor. Criou em 1975 o grupo musical Vissungo especializado em música africana. Lecionou na UERJ de 1995 a 2015 com o projeto de extensão Musikfabrik. Criou com o Vissungo a premiada trilha musical africana do filme "Chico Rey", de Walter L. Júnior, Natal da Portela de Paulo Cesaar Sarraceni entre outras produçōes. Integrou a equipe de coordenadores de animaçäo cultural em CIEPS com Darcy Ribeiro e Cecília Conde, atuando na região conhecida como Vale do Café Artista visual especialista em organologia africana, participou das exposições “Museu das Origens” no Itaú Cultural e Instituto Tomi Ohtake em São Paulo e “Chegança” no Museu de Vassouras no Rio de Janeiro Autor do livro "Do Samba ao Funk do Jorjão", importante referencia no campo da história e a antropologia da música africana no Brasil. Atualmente atua como colaborador em palestras para a Kongo Academy, na de Nova York

Marcos Antônio Cardoso

Marcos Antônio Cardoso

Na programação14/10 — 14h

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Filósofo Mestre História Social e Doutorando em Ciência da Informação UFMG

Clara Maria Abreu Rowland

Clara Maria Abreu Rowland

Na programação14/10 — 16h

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Clara Rowland é Professora Catedrática no Departamento de Estudos Portugueses da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e integra o corpo docente do Doutoramento em Disciplinas Linguísticas e Literaturas Estrangeiras da Universidade de Pisa, Itália. Foi Pró-Reitora para Cultura da Universidade Nova de Lisboa entre Outubro de 2022 e Outubro de 2025. Entre 2003 e 2016 foi docente da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde dirigiu o Mestrado e o Programa Internacional de Doutoramento FCT em Estudos Comparatistas e foi responsável pela criação e primeira direção do Mestrado em Estudos Brasileiros (FL-UL e ICS-UL). Desenvolve o seu trabalho nas áreas da Literatura Brasileira, da Literatura Comparada e dos Estudos Interartes. Entre 2012 e 2016 foi coordenadora do projeto FCT Falso Movimento – estudos sobre escrita e cinema e entre 2023 e 2025 coordenou, com José Bértolo, o Projecto GHOST - Espectralidade na Literatura e nas Artes. As suas publicações na área dos Estudos Brasileiros incluem ensaios sobre Guimarães Rosa, Clarice Lispector, Manuel Bandeira e Carlos Drummond de Andrade, entre outros. O seu livro A Forma do Meio. Livro e Narração na obra de João Guimarães Rosa, foi publicado em 2011 pela editora da Unicamp (Brasil). A Língua dos Filhos: ensaios e Desconhecido na morada: a carta no cinema foram publicados em 2024 pela Tinta-da-China e pela Documenta, respectivamente. Coordena, com Abel Barros Baptista, a coleção de literatura brasileira “Os Melhores Deles Todos” na Tinta-da-China.

Leandro de Bessa Oliveira - Mediador

Leandro de Bessa Oliveira - Mediador

Na programação14/10 — 16h

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Realizou pesquisa de Pós-doutorado na FFLCH/USP, na área de Literatura Brasileira, com o tema: “Clarice Lispector e Guimarães Rosa: Fantasmagorias Literárias em Brasília”, sob supervisão de Yudith Rosenbaum. É Doutor em Comunicação e Sociedade pela Universidade de Brasília (UnB) com estágio de Doutorado na Université Lettres Sorbonne (fomento de pesquisa CAPES/PDSE). Mestre em Comunicação e Sociedade pela UnB. Coordenador do PPG Profissional Inovação em Comunicação e Economia Criativa da Universidade Católica de Brasília (UCB). Integra o conselho editorial da Revista Eesferas. Coordenador do Grupo TRAMAS - Rede de Pesquisa em Narrativas, vinculado ao diretório de pesquisa do CNPq. Além de integrar o grupo de estudos e pesquisa SIRUIZ: Comunicação e Imaginação literária (FAC-PPGCOM/UnB). Autor do livro Diadorim: Assombro e Fascínio em Grande sertão: veredas (Appris, 2024) e Organizador do livro "As primeiras estórias de Guimarães Rosa", publicado pela Editora da UnB (2024).

Amara Rodovalho Fernandes Moreira

Amara Rodovalho Fernandes Moreira

Na programação14/10 — 19h

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Amara Moira (Campinas/SP, 1985) é travesti, feminista, doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e autora dos livros "E se eu fosse puta" (n-1 edições, 2023) e "Neca: romance em bajubá" (Companhia das Letras, 2024), obra finalista do Prêmio São Paulo de Literatura. Além disso, ela foi coordenadora do Museu da Diversidade Sexual em São Paulo, onde atualmente reside.

Fabiane Cristina Guimarães

Fabiane Cristina Guimarães

Na programação14/10 — 19h

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Nascida em 1991, a goiana Fabiane Guimarães cresceu em Formosa, cidade próximo a Brasília, e mora na capital federal há 16 anos. É autora dos romances Apague a luz se for chorar, Como se fosse um monstro e A linguagem dos desastres, publicados pela editora Alfaguara. Com seu trabalho literário, foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura, do Prêmio Candango e do Prêmio Jabuti. Seus dois romances serão adaptados em breve para o audiovisual: o filme baseado em Apague a luz se for chorar já está em fase de desenvolvimento e tem previsão de filmagens para 2026. O longa será protagonizado pela atriz Letícia Colin e está sendo produzido pela Tambellini Filmes. Como se fosse um monstro teve os direitos adquiridos pelas roteiristas Ângela Chaves e Patrícia Andrade, e também deverá ser adaptado para filme ou série. A escritora também escreve a newsletter Tristezas de estimação no Substack, com mais de 8 mil assinantes.

Carlos Ávila

Carlos Ávila

Na programação15/10 — 14h

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CARLOS ÁVILA (1955) é poeta e jornalista. Publicou os livros de poemas Aqui & agora, Sinal de menos, Bissexto sentido, Área de risco e Anexo de ecos; o volume de crítica Poesia pensada e o livro infantil Bri Bri no canto do parque. Foi editor do Suplemento Literário/MG e participou de mais de vinte antologias no país e no exterior, entre elas, Nothing the sun could not explain – 20 Contemporary Brazilian Poets (Los Angeles/EUA, Sun & Moon Press) e Anthologie Internationale de Poésie Contemporaine (França, Les Presses du Réel). Teve poemas musicados por Gilberto Mendes e Willy Corrêa de Oliveira. Prepara, no momento, um novo livro intitulado “Pontuações”.

Ana Torquato
Foto: Ana Torquato

Ana Torquato

Na programação15/10 — 14h

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Ana Torquato é poeta, escritora e mestranda em Estética e Filosofia da Arte pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Natural de Juiz de Fora (MG), é autora de O ter e o ser, Se unem, mas nem sempre se sentem, Essência: menina, mulher, preta e O existir e a existência. Sua produção literária recebeu destaque na Folha de S.Paulo, que ressaltou a dimensão filosófica de sua poesia. Recebeu a Medalha Pedro Nava, na categoria Produção Literária, o 1º Prêmio Pretas Potências, na categoria Literatura, e o 3º lugar no Prêmio Ecos de Literatura, na categoria Melhor Livro Nacional. Foi vencedora do 7º Concurso Literário Pague Menos, teve poesia selecionada para o Prêmio OFF FLIP e, em 2024, teve obra selecionada para as Feiras Internacionais do Livro de Lisboa e de Frankfurt. É membro da Academia Juiz-Forana de Letras, da Academia de Letras da Manchester Mineira. Em 2025, idealizou e coordenou a coletânea Vozes Negras na Literatura de Juiz de Fora.

Mário Alex Rosa
Foto: Isabella Rosa

Mário Alex Rosa

Na programação15/10 — 14h

Ler biografia de Mário Alex Rosa

Poeta, artista visual, editor. Formado em História/UFOP, mestrado e doutorado em Literatura Brasileira/USP. Publicou, entre outros, os livros Ouro Preto, Via Férrea, Cartas ao mar e FLOR(AINDA)ESTA. Infantis: ABC futebol clube, Cosmonauta e Formigas.

Francisco Eduardo de Andrade

Francisco Eduardo de Andrade

Na programação15/10 — 16h30.

Ler biografia de Francisco Eduardo de Andrade

Francisco Eduardo de Andrade é professor do departamento de História da Universidade Federal de Ouro Preto. Tem pesquisado temas da história sociocultural de Minas Gerais do período escravocrata, procurando articular, nas suas publicações (artigos e livros), territorialidade, poderes, agências dos sujeitos e sociabilidade. Mais recentemente, foi coorganizador de duas coletâneas de pesquisas historiográficas que abordam essas dimensões: “Espacializando a história: experiências e perspectivas sob o prisma do urbano” (Fino Traço, 2021) e “Irmãos das Minas: confrarias religiosas e sociabilidade em Minas Gerais nos séculos XVIII e XIX” (Paco Editorial, 2024).

João Marcos Mendonça
Foto: Sérgio Bernardo

João Marcos Mendonça

Na programação15/10 — 19h

Ler biografia de João Marcos Mendonça

João Marcos Mendonça é mestre em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), professor da Universidade Vale do Rio Doce (UNIVALE) no curso Arquitetura e Urbanismo e roteirista na MSP Estúdios, nas revistas da Turma da Mônica. É autor de diversos livros em quadrinhos para crianças, publicados por diversas editoras, recebendo prêmios como o Cátedra 10 UNESCO de Leitura PUC-RIO. Participou como artista convidado do Batman Day, da Warner/DC Comics, em celebração ao 85º aniversário do Batman em 2024. Atua também como ilustrador e pesquisador sobre o uso das histórias em quadrinhos na educação, trabalho que ganhou o troféu HQ Mix e gerou publicações teóricas na área. Ministra palestras e oficinas em instituições de ensino, eventos literários e de quadrinhos no Brasil e no exterior. É criador da Escola de Passarinhos, série em quadrinhos que começou no Instagram que trata do universo da educação e a infância, e que se transformou numa startup de mídia.

Eloar Guazzelli Filho
Foto: Marcos Muzi

Eloar Guazzelli Filho

Na programação15/10 — 19h

Ler biografia de Eloar Guazzelli Filho

Eloar Guazzelli Filho é Artista plástico, roteirista e diretor de arte para animação. Licenciado em Educação Artística e Bacharel em Desenho pelo Instituto de Artes da UFRGS. Deu aulas de Animação, Quadrinhos e Direção de Arte no IED (Istituto Europeo di Design ).Professor de Ilustração e Criação de personagens na FAAP ( Fundacao Armando Alvares Penteado-SP ). Foi premiado em Mostras de Artes Gráficas e Festivais de cinema Brasília, Buenos Aires, Sintra, Lisboa, Piracicaba, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Teerã e Tóquio. Realizou vários álbuns em quadrinhos para diferentes editoras. Entre eles “Demônios”, “O pagador de promessas”. “ A escrava Isaura ‘ ‘Eu, Fernando Pessoa “, “Pessoa e outros Pessoas”, “ 1924, São Paulo em guerra “ ‘Kapput. Roteirista do álbum de quadrinhos “ Grande Sertão Veredas “. Prêmio de Direção de Arte para Longa-metragem-Festival de Gramado, 2013.Ganhador na Categoria Cenografia do 31 Prêmio Shell de Teatro-SP, 2018. Participou de exposições e mostras na Argentina, Alemanha, Bélgica, Brasil, Cuba, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Itália, Japão, Portugal, Porto Rico, Turquia e Uruguai. Publicou nas revistas Animal, , Dundum, Graffitti, Kid+, Etiqueta Negra ( Peru ), Mil Perigos, Le Monde Diplomatique, Piauí, Ragu, Vip (Brasil), Lápiz Japonês, Fierro (Argentina ), Iparatea e Ojo Clínico ( Espanha ).

Victor Louis Stutz - Mediador
Foto: Mundaréu

Victor Louis Stutz - Mediador

Na programação15/10 — 19h & 21/10 — 18h

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Victor Louis Stutz nasceu em Belo Horizonte, em 1963, e mora em Ouro Preto. É professor de artes, escritor e jornalista e, ao longo de mais de quatro décadas de atuação, construiu uma trajetória que reúne literatura, educação, teatro, comunicação e produção cultural. Tem doze livros publicados, dos quais onze são destinados ao público infantojuvenil e seis ao teatro. Em 2017, recebeu o título de Cidadão Honorário de Ouro Preto, em reconhecimento à contribuição para a cultura da região. Em julho de 2026, por ocasião dos 315 anos de Ouro Preto, foi indicado para compor a Galeria Beatriz Brandão de Escritores Ouro-pretanos, da Biblioteca Pública Municipal.

Henrique Rodrigues Leroy

Henrique Rodrigues Leroy

Na programação16/10 — 14h30

Ler biografia de Henrique Rodrigues Leroy

Professor da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) na área de Linguística Aplicada - Língua Portuguesa Adicional e Língua Portuguesa Materna. Licenciado em Letras (2007) pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Mestre em Estudos de Linguagens (2011) pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG). Doutor em Letras (2018), na área de concentração Linguagem e Sociedade, pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE-PR). Fez estágio pós-doutoral na USP, na UFBA e no Instituto da Língua Galega (ILGa), da Universidade de Santiago de Compostela (USC), pesquisando a importância da língua galega, das línguas indígenas e das línguas africanas na formação/estruturação do (português) brasileiro, bem como os traços dessas estruturações em nossa literatura brasileira, sobretudo, na construção da linguagem literária nas obras de João Guimarães Rosa e de Osório Alves de Castro. Atua na área da Linguística Aplicada Crítica, com ênfase nos seguintes temas: ensino-aprendizagem-avaliação em Português Língua Adicional e Português Língua Materna nas perspectivas críticas dos Estudos Decoloniais e dos letramentos literários, na Formação Crítica de Professores e na Educação Linguístico-Literária Ampliada.

Paulo Fernando Guimaraes Salles

Paulo Fernando Guimaraes Salles

Na programação16/10 — 14h30

Ler biografia de Paulo Fernando Guimaraes Salles

Paulo F. Guimarães Salles é mineiro de Uberlândia, descendente de famílias que, há longo tempo, se estabeleceram no Triângulo Mineiro. Em 1977, graduou-se em Engenharia Química junto à UFU – Universidade Federal de Uberlândia-. Mudou-se então para Recife onde trabalhou em projetos de irrigação e saneamento no interior de Pernambuco. Transferiu-se para a cidade de São Paulo, em 1982, para trabalhar em uma fábrica do setor eletrônico, atividade que exerceu por mais de vinte anos. Cursou História junto à PUC/SP e Física na USP, embora não tenha concluído esses cursos. Retirado da profissão, em 2018, dedicou-se a ser criador de gado em uma fazenda em Quirinópolis, estado de Goiás. Atualmente aposentado, de range-rede, como diria Riobaldo, dedica-se à leitura, esparsos trabalhos de marcenaria, e à feliz convivência com Sandra, filhas e netos.

Daniella Zupo
Foto: Márcia Charnizon

Daniella Zupo

Na programação16/10 — 14h30

Ler biografia de Daniella Zupo

Daniella Zupo é jornalista e escritora. Já atuou como repórter, apresentadora, editora de cultura e correspondente internacional em emissoras de rádio e televisão. Atualmente escreve no Substack a newsletter Achtung Baby e produz conteúdo para o Canal Daniella Zupo no Youtube, um dos canais de jornalismo cultural mais antigos na plataforma, onde já entrevistou algumas das principais personalidades da cena cultural brasileira e internacional. É autora dos livros AHO! Amanhã Hoje é Ontem (DarkSide Books, 2021) e O dia em que encontrei Bob Dylan numa livraria de Estocolmo (Editora Miguilim, 2025) e coautora das antologias musicais: “1979: O ano que ressignificou a mpb” e “1985: O ano que repaginou a música brasileira” (GarotaFmBooks).

Jadna Alana de Oliveira Lima

Jadna Alana de Oliveira Lima

Na programação16/10 — 16h30

Ler biografia de Jadna Alana de Oliveira Lima

Jadna Alana é paraibana, formada em Letras pela UEPB e mestre em Linguagem pela UFOP. Atua como profissional de texto na ALCE, sua marca editorial. Com a obra "Se tu me quisesse", tornou-se finalista do Prêmio Kindle de Literatura (2022) e do Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica (2023). Ganhou o Prêmio Marilia Arnaud com o conto "O menino de Imburana" e o Prêmio Carolina Maria de Jesus com "Barquinho de papel", este que também foi vencedor do Prêmio Kindle de Literatura (2025) e finalista do Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica (2026). É precursora nos estudos sobre o Regionalismo Fantástico no Brasil, campo que pesquisa academicamente, e edita os títulos do selo Candeário, o primeiro no país dedicado exclusivamente a esse gênero.

Emanoel Messias Ferreira
Foto: Guilherme Soares

Emanoel Messias Ferreira

Na programação16/10 — 16h30

Ler biografia de Emanoel Messias Ferreira

Emanoel Ferreira nasceu em dezembro de 1991, em Belo Horizonte. Ganhou o Prêmio Conceição Evaristo de Literatura Afrofuturista 2023 (MinC e Fundação Palmares) e o Prêmio Geek de Literatura 2021 (Amazon). É autor dos romances juvenis "Inventário das Coisas Tortas" (Candeário, 2026) e "A Polícia Secreta para Crimes Mágicos" (Pipoca & Nanquim, 2022). Foi jurado do Prêmio Cidade de Belo Horizonte, o mais antigo concurso literário do Brasil, e teve contos publicados em diversas revistas e antologias, como nos volumes do Prêmio Off FLIP de Literatura em 2021 e 2023.

Bianca Pontes de Siqueira - Mediadora
Foto: Guilherme Cruz

Bianca Pontes de Siqueira - Mediadora

Na programação16/10 — 16h30

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Bianca Pontes começou a escrever aos 10 anos e devora livros desde sempre. É graduada em Direito, pós-graduanda em Escrita Criativa e Carreira Literária pela Faculdade LabPub e atualmente concilia seu trabalho no Tribunal de Justiça de Minas Gerais com a prestação de serviços literários para escritores. É idealizadora e fundadora do Clube de Escritores BH. Publica textos no instagram e em sua newsletter “não tava escrito”. “Értom” é o primeiro de muitos romances que pretende publicar. Instagram: @abiancapontes

Thaís Guimarães
Foto: Alexandre Guzanche - Estado de Minas

Thaís Guimarães

Na programação16/10 — 18h

Ler biografia de Thaís Guimarães

THAÍS GUIMARÃES é poeta, escritora para a infância e editora. Iniciou sua trajetória na literatura infantil nos anos 1980, quando também ministrou oficinas de poesia para crianças e jovens. Recebeu o Prêmio Jabuti de 1988, na categoria Melhor Produção Editorial Infantojuvenil, por "Bom Dia, Ana Maria". Após uma longa atuação profissional na área do audiovisual, retomou, a partir de 2021, o foco na literatura infantil. É autora de "Senhor Relógio" (2021), selecionado por programas de leitura das redes públicas de São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte e pelo PNLD 2023, e de "Um Pássaro para Sonhar" (2023). A poesia perpassa toda a sua trajetória literária, com livros e plaquetes publicados. Criou o selo editorial Tercetto, pelo qual também atua na concepção e coordenação de projetos editoriais para crianças e jovens, entre os quais estão "A Terra dos Pássaros", de Raimundo Carvalho, e "Bicho-Bichinho-Bichão", de Sérgio Luz, além da edição de seus próprios livros infantis mais recentes. Seu trabalho articula literatura, formação de leitores, acessibilidade e circulação em escolas e bibliotecas públicas.

Marcia Marques de Morais

Marcia Marques de Morais

Na programação16/10 — 19h

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Márcia Marques de Morais é mestra em Linguística, pela UFMG, doutora em Teoria Literária e Literatura Comparada, pela FFLCH/ DTLLC/ USP e professora adjunta IV da PUC Minas. Foi Coordenadora do Programa de Pós-graduação em Letras da PUC Minas, de 2011 a 2016 e Coordenadora adjunta dos Mestrados Profissionais da CAPES, de 2014 a 2017. É professora de Literatura dos cursos de graduação, especialização, mestrado e doutorado da PUC Minas. É pesquisadora de temas como: leitura do texto literário; gênese do texto literário; memória e literatura; literatura e psicanálise; a criação e a criatividade do texto literário; a obra de Guimarães Rosa, sendo este último o principal objeto de sua produção bibliográfica, em que se destacam o livro: A Travessia dos Fantasmas. Literatura e Psicanálise em Grande Sertão: Veredas ( Editora Autêntica/ PUC Minas, 2001); capítulos de livros, também com circulação internacional; artigos em periódicos acadêmicos, revistas e jornais. Tem feito circular os resultados de suas pesquisas em programas de TVs Educativas e também através de entrevistas em redes de televisão brasileiras.

Gustavo de Castro da Silva

Gustavo de Castro da Silva

Na programação16/10 — 19h

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Jornalista, poeta, escritor, biógrafo e antropólogo. Bolsista de Produtividade de Pesquisa (CNPq). Docente dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação (PPF-FAC) e Literatura (POSLIT), da Universidade de Brasília (UnB). Fundador e editor da revista Esferas (A4) desde 2012, e editor da revista E-Compós (A1), entre 2024-2026. Foi vice-coordenador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (biênio 2023-2025). Desenvolve na atualidade (2025-27) a pesquisa ''Biografia de Edgar Morin no IMEC/Caen'', CY Cergy Paris Université - UMR 9022 Héritages: Culture/s, Patrimoine/s, Création/s, sob supervisão de François Dosse e Patrick Garcia, financiada pelo Edital CNPq-16/2024 - Projeto em cooperação internacional, e, também, o projeto internacional ''Biografias e Escritas de Si: Memória, Poéticas do Eu e Arquivo nas Relações Brasil-França'', em parceria com o Centre de Recherches Interdisciplinaires sur les Mondes Ibéroaméricains Contemporains (CRIMIC/Sorbonne); o Centre de Recherches sur les Pays Lusophones (CREPAL/Sorbonne Nouvelle) e o Centre de Recherches sur les Littératures et la Sociopoétique (CELIS/Université Clermont-Auvergne). É membro-fundador da Rede Brasileira de Pesquisas em Edgar Morin. Membro da Rede Brasileira de Pesquisadores em Memória e Comunicação (Rememora); membro da Red de Estudios Biográficos de America Latina (Rebal); membro do Centre de Recherches Interdisciplinaires sur le Monde Ibériques Contemporains (Crimic/Sorbonne), eixo temático Études Lusophones (EL); membro da Red Latinoamericana de Mitocrítica (Pachamama). Líder dos grupos de pesquisa: Biocom - Comunicação e Estudos Biográficos (UnB/CNPq) e Siruiz - Comunicação e Imaginação Literária (UnB/CNPq). Em 2022, foi bolsista da Fundación Francisco Ayala (Granada/Espanha). É autor da biografia da poeta Orides Fontela, ''O Enigma Orides'' (Ed. Hedra, 2015, 1a. Ed.; 2026, 2a. Ed.), vencedor do Prêmio Rumos Itaú Cultural 2013-14. Autor das biografias de João Guimarães Rosa (Cia das Letras, 2026) e de Manoel de Barros (Prelo, Hedra, 2027). Tem coordenado publicações sobre a teoria da biografia para a Editora da Universidade de Brasília (EDU)

Carmen Stephan
Foto: Uendel Galter - Tinta da China Brasil

Carmen Stephan

Na programação17/10 — 14h

Ler biografia de Carmen Stephan

Carmen Stephan nasceu em agosto 1974, em Berching, na Alemanha, e atualmente vive na Bahia. Em 2005, publicou a coletânea de contos Brasília stories, baseada em suas experiências no Rio de Janeiro, onde viveu por anos, e, em 2017, o romance It’s all true. Recém-publicado no Brasil, seu livro Malária (Tinta-da-China Brasil, 2026) venceu os prêmios Jürgen Ponto-Stiftung e Buddenbrookhaus para romances de estreia.

Maria Esther Maciel de Oliveira Borges
Foto: Inês Rabelo

Maria Esther Maciel de Oliveira Borges

Na programação17/10 — 14h

Ler biografia de Maria Esther Maciel de Oliveira Borges

Escritora, pesquisadora e professora de Teoria da Literatura e Literatura Comparada da UFMG, publicou, entre outros, os livros O livro dos nomes (2008), Literatura e animalidade (2016), Pequena enciclopédia de seres comuns (2021) e Animalidades: zooliteratura e os limites do humano (2023) e Essa coisa viva (2024). É membro da Academia Mineira de Letras.

Betina Anton Sgarbi
Foto: Editora Todavia

Betina Anton Sgarbi

Na programação17/10 — 16h30

Ler biografia de Betina Anton Sgarbi

Betina Anton nasceu em São Paulo, formou-se em Jornalismo pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) e fez mestrado em História Internacional na London School of Economics and Political Science com uma bolsa de estudos Chevening. Tem mais de vinte anos de experiência como jornalista. Atualmente, é editora de Internacional na TV Globo e comentarista de política internacional na Globonews. Ganhou o Prêmio Vladimir Herzog com a série "70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos: conquistas e fracassos". Autora de “Baviera Tropical", sobre a história de Josef Mengele, o médico nazista mais procurado do mundo, que morreu impune no Brasil. O livro venceu o Prêmio Jabuti 2024 e o APCA na categoria Biografia e reportagem. A obra já foi publicada em 15 países, incluindo Estados Unidos, Inglaterra, Portugal, Holanda e Rússia.

Leonardo Sakamoto

Leonardo Sakamoto

Na programação17/10 — 16h30

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Leonardo Sakamoto é jornalista e doutor em Ciência Política pela USP. É professor de Jornalismo na PUC-SP, presidente da ONG Repórter Brasil, comentarista do Jornal da Cultura e colunista de política do portal UOL. É autor de livros como “O que os coaches não te contam sobre o futuro do trabalho” (2025).

Stênio Gardel Maia

Stênio Gardel Maia

Na programação17/10 — 19h

Ler biografia de Stênio Gardel Maia

Stênio Gardel nasceu em Limoeiro do Norte, estado do Ceará, e é especialista em Escrita Literária. “A palavra que resta” (Companhia das Letras, 2021) é seu primeiro romance. O livro foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2022 e do Prêmio Jabuti 2022. A obra foi publicada em inglês pela editora New Vessel Press com o título “The Words That Remain”, em tradução de Bruna Dantas Lobato, e foi vencedora do National Book Awards 2023 na categoria Literatura Traduzida. O romance foi publicado também em italiano, holandês, espanhol e eslovaco, teve edição em Portugal, e terá ainda tradução em Coreano. Gardel publicou também "Bento Vento Tempo" (Companhia das Letrinhas, 2024), com arte de Nelson Cruz e vencedor do Jabuti 2025 na categoria ilustração. O livro recebeu ainda os Prêmios Odylo Costa Filho 2025 de melhor livro de poesia e Escritor Revelação 2025, ambos da FNLIJ - Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.

Jorge Fernando dos Santos

Jorge Fernando dos Santos

Na programação17/10 — 19h

Ler biografia de Jorge Fernando dos Santos

Jorge Fernando dos Santos foi colunista, repórter e editor em jornais e revistas de Belo Horizonte. Tem 54 livros publicados, 10 peças teatrais encenadas e mais de 100 músicas gravadas. Entre suas obras, destacam-se Palmeira seca (Prêmio Guimarães Rosa de romance, em 1989, adaptado para teatro e TV), Ave viola - Cordel da viola caipira (Prêmio Rozini, em 2013), Alguém tem que ficar no gol (finalista do Prêmio Jabuti, em 2014), Vandré - O homem quem disse não (finalista do Prêmio APCA, em 2015), Belo Horizonte em letra e música (indicado ao Prêmio da Academia Mineira de Letras, em 2024), O anjo das quintas-feiras e O enigma dos visitantes. Em 2025, ganhou o 5º Prêmio Pena de Ouro, da Casa Brasileira de Livros, com o conto E por falar no diabo.

Celso Adolfo Marques
Foto: Elmo Alves

Celso Adolfo Marques

Na programação17/10 — 20h30

Ler biografia de Celso Adolfo Marques

Celso Adolfo, violonista e compositor, mineiro de São Domingos do Prata, é profissional da música desde 1983, quando Milton Nascimento produziu o seu primeiro vinil, “Coração brasileiro”. Entre 1983 e 2023, Celso Adolfo lançou 11 discos autorais. Entre eles, dois são temáticos: “Estrada Real de Villa Rica”, focado no período colonial mineiro, e “Remando de rio largo”, com 19 composições inspiradas no Sagarana, de Guimarães Rosa. “Pratiano” (2023) é o mais recente, e traz 19 composições inéditas. Todos os lançamentos estão disponíveis nas plataformas digitais.

Makely Ka
Foto: Rosa Antuña

Makely Ka

Na programação17/10 — 20h30

Ler biografia de Makely Ka

Makely é cantor, compositor, escritor e documentarista. Lançou seis álbuns, dois livros de poemas, editou uma revista literária, compôs textos para peças sinfônicas e camerísticas, dirigiu documentários e assinou trilhas para teatro, dança e cinema que receberam prêmios e indicações como APCA e Sated/Simparc. Sua produção musical recebeu críticas e elogios de jornalistas como Tárik de Souza e de intelectuais como José Miguel Wisnik. Parceiro de Lô Borges - com quem tem um disco - Guinga, Chico César, Ná Ozzetti, Marku Ribas, Toninho Ferragutti, entre outros, suas músicas podem ser ouvidas nas vozes de dezenas de artistas brasileiros como o próprio Lô Borges, Samuel Rosa, Moska, Ná Ozzetti, entre dezenas de outros. Já tocou em alguns dos principais palcos do Brasil e se apresentou em países como Grécia, Turquia, Lituânia, Dinamarca, Portugal, Espanha e México. Com uma produção artística diretamente relacionada à atuação política, organizou mostras e festivais, participou de curadorias, produziu discos de outros artistas, fez direção de shows, participou de conselhos estaduais e federais de cultura, fundou cooperativas e fóruns de música e escreveu diversos textos sobre política cultural, música, literatura e cinema que foram publicados em jornais, revistas e sites. Atualmente finaliza a gravação do seu disco com as trilhas sonoras que assinou e dedica-se à escrita do livro “Manual do Pequeno Produtor de Música Orgânica”, onde fala de sua trajetória artística e analisa as perspectivas para o mercado fonográfico com o advento da IA e das plataformas transnacionais de música.

Fernando Siqueira
Foto: Letícia Pulard

Fernando Siqueira

Na programação21/10 — 18h

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Professor, pesquisador, ilustrador e artista do livro. Mestre em Linguagens pelo CEFET-MG, na linha de Edição, é bacharel e licenciado em Artes Visuais pela UFMG. Atua como professor de Artes na rede municipal de Contagem, tendo lecionado também na rede municipal de Ouro Preto e na FAOP (Fundação de Arte de Ouro Preto). Foi cofundador da Casa Camelo, coletivo de artistas visuais de Belo Horizonte. Há mais de dez anos pesquisa livros, publicações independentes e a materialidade editorial, mantendo viva a tradição artesanal da confecção de livros e investigando a engenharia de papel e os livros pop-up. Fundador do ALMA – Ateliê de Livros Malcriados. Autor de livros como "Escapuliu", resultado de sua pesquisa de mestrado.