CONVIDADOS

 

Clarice Lispector, Marguerite Duras, Nathalie Sarraute: mulheres à procura de um novo romance

Teresa Montero

Teresa Montero dedica-se a divulgar o legado de Clarice Lispector há 30 anos. É doutora em Letras pela PUC-Rio. Autora de Eu sou uma pergunta. Uma biografia de Clarice Lispector). Idealizadora do passeio “O Rio de Clarice” (desde 2008). O roteiro foi publicado pela Autêntica: O Rio de Clarice – passeio afetivo pela cidade (2018). Corroteirista do documentário “A descoberta do mundo” (vida e obra de Clarice Lispector),da pernambucana Taciana Oliveira.

Germana Henriques Pereira

Germana Henriques Pereira desenvolveu pesquisas sobre a obra das autoras Nathalie Sarraute e Carolina Maria de Jesus, tendo publicado vários artigos e livros: O uso da palavra: uma análise de Le Planétarium de Nathalie Sarraute (2010), e Carolina Maria de Jesus: O estranho diário da escritora vira-lata (2012). É Professora Associada 3 na Universidade de Brasília, Departamento de Línguas Estrangeiras e Tradução desde 1992. Diretora da Editora UnB-EDU desde dezembro de 2016. Atua na pós-graduação em Literatura (PósLit)e Estudos da Tradução da UnB. Coordenou a criação do POSTRAD. Foi membro da Diretoria da ABRAPT e Coordenadora do GTTRAD/ANPOLL (2011 a 2013). Editora-chefe da Revista Belas Infiéis. Pesquisa a relação tradução e sistema literário e estuda o papel dos escritores brasileiros tradutores na formação da literatura brasileira. É desde 2011 editora-chefe da Revista Belas Infiéis (A3).

Ana Lucia Lutterbach

Psicanalista, membro da Associação Mundial de Psicanálise da Escola Brasileira de Psicanálise e do Instituto de Clínica do Rio de Janeiro.  Doutora em Teoria Psicanalítica da UFRJ. Coordenadora do Núcleo de Pesquisa Práticas da Letra do Instituto de Clínica Psicanalítica do Rio de Janeiro desde 2009. Autora dos livros: Patu, uma mulher abismada e La erotica y lo femenino.

Mônica Gama

Mônica Gama é professora de Teoria da Literatura da UFOP e coordenadora executiva do Fórum das Letras. Doutora em Literatura Brasileira pela USP com tese sobre a autorrepresentação de Guimarães Rosa, com publicações sobre o processo de criação desse autor. Editou números das revistas Caletroscópio, Manuscrítica, Criação e Crítica. Atualmente desenvolve pesquisa sobre diários ficcionais.

 


 
Editar Clarice Lispector, na França e no Brasil

 

Christine Villeneuve

Christine Villeneuve é a editora dos livros de Clarice Lispector na França. Jurista de formação, é também militante no Movimento de Libertação das Mulheres e da Aliança de Mulheres pela Democracia. Ingressou na editora des femmes-Antoinette Fouque, criada em 1973 (primeira editora voltada para a literatura feminina na Europa), quando ainda era estudante, tornando-se uma das diretoras desde o falecimento da fundadora Antoinette Fouque. A editora des femmes é referência para a edição de Clarice Lispector em língua francesa desde 1977. Villeneuve coordenou as últimas reedições de Clarice Lispector, em particular, a caixa de aniversário, publicada por ocasião do centenário do seu nascimento.

Pedro Vasquez

Pedro Karp Vasquez é editor, escritor e fotógrafo, autor de trinta livros, é o responsável pela obra de Clarice Lispector na Editora Rocco.

Victor Burton

Victor Burton nasceu no Rio, em 1956. Teve sua formação na editora Franco Maria Ricci de Milão. No Brasil desde 1979, vem se dedicando ao design gráfico na área editorial, colaborando com diversas editoras, entre as quais Nova Fronteira, Rocco, Companhia das Letras, Record, Sextante, Intrinseca e Ediouro. Realizou mais de 2500 capas de livro e 300 projetos de livros de arte.  Foi destaque nas edições de 1998 e 2000 da Bienal de Design Gráfico na seção Capa de livro e ouro ADG em 2002 na categoria Livro. Ganhou o prêmio Jabuti de capa em 1993, 1995, 1996, 1999, 2001, 2005 e 2006, e na categoria projeto editorial em 1997, 1998 e 2000 e 2006. Ganhou o prêmio Aloísio Magalhães (da Biblioteca Nacional) de Projeto Gráfico em 1995, 1997 e 2001. Foi eleito para a Academia Brasileira de Artes. É diretor da Victor Burton Design Gráfico

Carolina Bassi de Moura

Carolina Bassi de Moura é Doutora e Mestre em Artes Cênicas pela Escola de Comunicações e Artes da USP, graduada em Comunicação Social – Audiovisual pela UNESP. Pesquisadora, professora adjunta do curso de Cenografia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), diretora de arte, cenógrafa e figurinista. Trabalha com a construção poética da imagem em cinema, televisão, teatro, performance, fotografia, literatura, música e artes em geral.

 

 


 
A Tradução e o Indizível: Clarice Lispector em francês

 

Didier Lamaison

Professor associado de Letras Clássicas. Membro correspondente da Academia Brasileira de Letras. Tradutor de literatura clássica (Sófocles e Platão) e de autores brasileiros, como Clarice Lispector e Drummond. Romancista, dramaturgo e ensaísta (com trabalhos, por exemplo, sobre L.S.Senghor, Platão e Joaquim Nabuco). Autor do dicionário de provérbios publicado pela Unesp.

Izabella Borges

Tradutora, ensaísta e professora universitária, Izabella Borges é Mestra e Doutora em Literaturas, Culturas e Língua Lusófonas, pela Universidade Sorbonne Nouvelle. Pesquisadora do Centre de recherches sur la littérature et sociolinguistique (CELIS), Izabella Borges traduziu para o francês obras de renomados escritores e escritoras brasileiras, como Um Crime delicado de Sérgio Sant’Anna (Envolume, 2015), Olhos d’água de Conceição Evaristo (des Femmes Antoinette-Fouque, 2020), A Mulher que matou os peixes e Quase de verdade, de Clarice Lispector. Ela é igualmente a autora do prefácio da publicação francesa da antologia de poemas de Conceição Evaristo, Poèmes da la Mémoire et autres mouvements (des femmes-Antoinette Fouque, 2019).

W. B. Lemos

W. B. Lemos, autor de Rasga-mortalha – poemas dos outros. É Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e Doutor em Literatura Comparada pela mesma universidade.  Ator formado pela Casa das Artes de Laranjeiras, Lemos é Esperando Leitor, palhaço e andarilho literário que se dedica, em especial, a ler e distribuir trechos de obras literário-filosóficas, brasileiras e estrangeiras, nas ruas cariocas.  Devido à repercussão de Rasga-mortalha, premiado pela União Brasileira de Escritores – RJ, teve poemas inéditos publicados no nº 89 da Revista Brasileira, periódico da Academia Brasileira de Letras (ABL). Atualmente Lemos é editor do Versura, selo de poesia da Editora Telha, e coordena a programação literária do Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro.  

 

 


 
Viagens das palavras*

 

João Veloso

João Veloso, nascido em Moçambique em 1968, é professor de Linguística Geral e Portuguesa na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Como linguista, dedica-se principalmente às áreas da fonologia e morfologia do português, da variação linguística e das políticas linguísticas no espaço dos países de língua portuguesa. É membro do Conselho Científico do Instituto Internacional da Língua Portuguesa, integrando a Comissão Nacional de Portugal por indicação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Governo Português. Foi  presidente da Associação Portuguesa de Linguística entre 2012 e 2016. Atualmente, é coordenador do Centro de Linguística da Universidade do Porto e pró-reitor da Universidade do Porto para a Promoção da Língua Portuguesa e para a Inovação Pedagógica.

Irene Mendes

Irene da Conceição Herminio Mendes, ou simplesmente Irene Mendes, natural de Maputo, de nacionalidade moçambicana, Doutorada e Mestre em Linguística, área de especialização em Lexicologia pela Universidade Nova de Lisboa, em Portugal. Licenciada em Estudos Portugueses na mesma Faculdade. Tem experiência de docência desde 1978, mas está ligada ao ensino superior desde 1998. Lecciona as disciplinas de Comunicação oral e escrita, Técnicas de Comunicação e Métodos de Pesquisa na Universidade Politécnica (Moçambique). Tem duas obras publicadas: O Léxico no Português de Moçambique. Aspectos neológicos e
terminológicos (2000) e Da Neologia ao Dicionário. O caso do Português de Moçambique e vários artigos publicados em revistas nacionais e internacionais. Tem apresentado comunicações em vários congressos, seminários, workshops nacionais e internacionais.

Eduardo Calbucci

Eduardo Calbucci é atualmente CEO da Semente Educação. Formado em Jornalismo pela ECA-USP, com mestrado e doutorado em Linguística pela FFLCH-USP, é autor de dezenas de livros, por editoras como Edusp, Leya, Nankin, Anglo, Ateliê e Semente, entre outras. Ministrou aulas na USP em 2010, como professor convidado no Departamento de Jornalismo e Editoração, na cadeira de “Cultura e literatura Brasileira”. Tem também vasta experiência como professor na educação básica. Atualmente, tem desenvolvido projetos no Museu
da Língua Portuguesa, tendo sido o curador da exposição “Menas: o certo do errado, o errado do certo”, e prestado consultoria na área de educação, com destaque para o trabalho desenvolvido no portal IG, na Geekie, no Instituto Paramitas e na TV Cultura.

 

 

 


 

O Livro das Horas: a hora das estrelas (Homenagem pelos 100 anos de nascimento da escritora Clarice Lispector)

 

 

Nélida Piñon

Nélida Piñon, publicou mais de 25 livros e suas obras foram traduzidas em mais de 30 países, contemplando romances, contos, ensaios, discursos, crônicas e memórias. Foi a primeira mulher a presidir a Academia Brasileira de Letras no ano do seu I Centenário. Recebeu numerosos prêmios e distinções, entre os quais se destacam Juan Rulfo, Príncipe de Asturias, Jabuti. Em 2012 foi nomeada Embajadora Iberoamericana de la Cultura.

Guiomar de Grammont

Guiomar de Grammont é escritora, dramaturga, professora da UFOP, e curadora de eventos literários. Doutora em Literatura Brasileira pela USP, publicou, entre outros, a pesquisa histórica “Aleijadinho e o Aeroplano” (2008), os volumes de contos “Sudário” (2006), “O fruto do vosso ventre” (1994), Prêmio Casa de Las Américas e o romance “Palavras Cruzadas” (2015), Prêmio Nacional de Narrativa do Pen-Clube em 2017. Em seus romances psicológicos e polifônicos, aborda o impacto de tragédias ambientais como a de Mariana e o desaparecimento de presos políticos. Foi editora executiva da Record (2012 e 2013) e curadora da homenagem ao Brasil no Salão do Livro de Paris (2015). Criou e coordena, desde 2005, o Fórum das Letras de Ouro Preto, em 15a edição e desde 2015 é curadora da FLINKSAMPA, Festa da literatura negra de São Paulo.

 

 


 
Clarice: uma vida que se conta.

 

Nádia Gotlib

Nádia Battella Gotlib, livre-docente pela Universidade de São Paulo, atuou como professora de Literatura Portuguesa e de Literatura Brasileira na Universidade de São Paulo e também atuou em várias universidades do Brasil e do exterior – como na Universidade de Oxford e Universidade de Buenos Aires. Publicou 11 livros, entre eles, dois livros sobre Clarice Lispector:  Clarice, uma vida que se contae Clarice Fotobiografia, ambos traduzidos para o espanhol, respectivamente, na Argentina (Buenos Aires, 2007) e no México (Cidade do México, 2015).

 

 


 
Sentidos imaginados*

 

Eloar Guazzelli

Eloar Guazzelli Filho é Artista plástico, ilustrador, animador e quadrinista. Adaptou mais de 20 títulos para Quadrinhos e trabalhou como Diretor de Arte em diversos filmes de animação. Obteve premiações em festivais nacionais e internacionais de cinema, quadrinhos e desenho de humor. É professor no curso de animação da FAAP. Foto créditos: Marcos Muzi.

Afonso Cruz

Afonso Cruz é um escritor e ilustrador português, nascido em 1971, na Figueira da Foz. Tem mais de trinta livros publicados entre romances, novelas, teatro, poesia, infantil-juvenil e não-ficção. Recebeu vários prémios pelos seus livros, cujos direitos estão vendidos para mais de
vinte línguas.

Mauro Manhiça

Mauro Manhiça nasceu em Maputo, em 1980. É profissional de Marketing, ilustrador, artista plástico e poeta. Tem publicados 2 livros, sendo um de poesia – Cheio de Tão Vazio (2015) e outro infanto-juvenil – Cada Pessoa é uma Cor (2017). Ilustrou vários livros de contos infantis como A Nossa Floresta (2020), As Armadilhas da Floresta (2014); O Mundo e Mais Eu (2013), Os Domadores do Medo (2013), Contos Ambientais para Crianças (2012) e várias colaborações em projetos editoriais. Faz cartoon editorial e dirigiu a rubrica Lambe a Bota, no jornal Expresso Moz. Como publicitário, tem uma carreira de mais de 15 anos onde ajudou a construir várias campanhas de comunicação e peças de comunicação para grandes marcas em Moçambique, de sectores como alimentos e bebidas, banca, seguros. É apaixonado por banda desenhada e trabalha para um dia ter uma pequena editora própria e lançar vários títulos originais e não só. Hoje, empresta a sua vasta experiência ao sector do desenvolvimento (ONG), gerindo projetos de marketing social, com impacto na vida de milhares de moçambicanos.

Paulo Markun

Paulo Markun é jornalista desde 1971. Atuou como repórter, editor, colunista, chefe de reportagem e diretor de redação em grandes veículos de comunicação da mídia impressa: DCI, O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo, O Globo, Jornal da República, Opinião, Jornal da Tarde. Como publisher e executivo de comunicação criou as revistas Imprensa e Radar, a edição paulista do jornal O Pasquim, a newsletter Deadline – sobre negócios da comunicação, o Jornal
do Norte de Manaus e o site  JD, espaço colaborativo que permitia a ampla discussão de temas relevantes. Apresentou o programa Roda Viva por dez anos. De 2007 a 2010 presidiu a Fundação Padre Anchieta, instituição mantenedora da TV Cultura, tendo ampliado  de três para cinco os canais da FPA, com a criação da Univesp TV e do Multicultura, canais digitais. Escreveu 15 livros e dirigiu mais de cem documentários. Vive em Lisboa.

 

 


 
Escrita poética: diálogos e intertextualidades em contextos de pandemia

 

Ana Mafalda Leite

Ana Mafalda Leite inicia o seu percurso poético em 1984 com o livro Em Sombra Acesa. Nasceu em Portugal, mas cresceu no norte de Moçambique e fez os primeiros estudos universitários na Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo. Licenciou-se em Filologia Românica na Faculdade de Letras de Lisboa, onde é Professora Associada, doutorada em Literaturas Africanas. É ensaísta, docente e principalmente poeta. Publicou os livros de poesia: Em Sombra Acesa (Lisboa, Vega,1984), Canções de Alba (Lisboa,Vega, 1989), Mariscando Luas (Lisboa, Vega, 1992, em colaboração com Roberto Chichorro e Luís Carlos Patraquim), Rosas da China (Lisboa, Quetzal, 1999), Passaporte do Coração (Lisboa, Quetzal, 2002), Livro das Encantações (Lisboa, Caminho, 2005), O Amor Essa Forma de Desconhecimento (Maputo, Alcance, 2010),  Antologia Livro das Encantações e Outros Poemas -1984-2005 (Maputo, Alcance, 2010), Outras Fronteiras, Fragmentos de Narrativas (São Paulo, Kapulana, 2017), Outras Fronteiras ( Maputo, Cavalo do Mar, 2019), Janela para o Índico( Lisboa, Rosa de Porcelana, 2020). Em 2015 recebeu o prémio Femina de Literatura.

Haideia Avelino Pires

Haideia Avelino Pires nasceu na cidade da Praia, Cabo Verde, em 1942. Feitos os estudos primários e secundários no seu país, cursou Filologia Românica, nas Faculdades de Letras de Coimbra e de Lisboa. Militante do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), participou na luta clandestina pela libertação das colónias portuguesas, antes de partir para a França, em 1970. Depois de 30 anos dedicados ao ensino de Linguística histórica e diacrónica, Literatura portuguesa, Thèmes (tradução de textos literários), na Université de la Sorbonne-Paris 3.

Filinto Elísio

Filinto Elísio é poeta, novelista, cronista e ensaísta cabo-verdiano. Escreveu alguns livros, com destaque para os de poesia Do Lado de Cá da RosaO Inferno do Riso, Das Frutas Serenadas, Me_xendo no Baú. Vasculhando o U e Zen Limites, do volume de crônicas Prato do Dia, da miscelânea Das Hespérides, e da ficção Outros Sais da Beira-Mar. Organizou o livro Cabo Verde: Trinta Anos de Cultura e co-organizou Cartas de Amílcar Cabral a Maria Helena: a outra face do HomemClaridosidade: Edição Crítica e Itinerários de Amílcar Cabral. Membro e cofundador da Academia Cabo-verdiana de Letras, ele é editor na Rosa de Porcelana Editora e organizador do Festival de Literatura-mundo do Sal.

Elisa Lucinda

Elisa Lucinda dos Campos Gomes é poeta, jornalista, escritora, cantora e atriz. A artista ganhou o Troféu Raça Negra 2010 em sua oitava edição, na categoria Teatro, e foi premiada no cinema pelo filme A Última Estação, de Marcio Curi. Em 1994 publicou seu primeiro livro de poesias O Semelhante, que foi o embrião da peça de mesmo nome, que esteve em cartaz por mais de seis anos no Brasil e no exterior. Idealizadora e fundadora da Casa Poema, a artista tem seu foco de atuação na arte-educação. Publicou, dentre outros, os livros Contos de VistaA Fúria da Beleza e A Dona da Festa. Créditos da foto: Jonathan Estrella

 

 


 
Mesa: “Jornalismo, memória e literatura de não ficção: por que 1968 e 2018 ainda não terminaram”.

 

Mário Magalhães

Mário Magalhães  é Jornalista pela Escola de Comunicação da UFRJ. Trabalhou nos jornais Tribuna da ImprensaO GloboO Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo, diário do qual foi repórter especial, colunista e ombudsman. Manteve um blog no portal UOL e uma coluna no site The Intercept Brasil. Recebeu 25 prêmios jornalísticos e literários no Brasil e no exterior, incluindo menções honrosas. Entre eles, Every Human Has Rights Media Awards, Lorenzo Natali Prize, Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos e Anistia, Grande Prêmio Esso de Jornalismo, Prêmio Folha de Reportagem, Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo, Prêmio Dom Hélder Câmara de Imprensa (oferecido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), Prêmio Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho), Medalha Chico Mendes de Direitos Humanos, Prêmio AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) e Prêmio da Associação Interamericana de Imprensa. É autor da biografia Marighella: O guerrilheiro que incendiou o mundo, que ganhou seis prêmios, incluindo Prêmio Jabuti. Marighella foi adaptado para o cinema, com direção de Wagner Moura, e será lançado nos cinemas brasileiros em 14 de abril de 2021. Magalhães é também autor do livro Sobre lutas e lágrimas: Uma biografia de 2018. Publicado em 2019 pela Editora Record, já chegou à 3ª edição e foi finalista do Prêmio Jabuti.

Marta Maia

Marta Maia é graduada em Jornalismo (pela PUC Campinas) e em História (pela Unicamp), doutora em Comunicação (pela ECA/USP), com pós-doutoramento, também em Comunicação, pela UFMG. Atuando em vários projetos de ensino, pesquisa e extensão, é curadora do Fórum das Letras, sempre na área de Jornalismo e Literatura, desde 2010. Lançou, em 2019, o livro Narrativas radiofônicas: memórias da comunidade radiouvinte paulistana (1930-1950) e, em 2020, o livro “Perfis no jornalismo: narrativas em composição”. Também organizou, em conjunto com Mateus Passos, o livro recém-lançado “Narrativas midiáticas contemporâneas: epistemologias dissidentes”. Atualmente é professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Ouro Preto e uma das coordenadoras da Rede de Pesquisa Narrativas Midiáticas Contemporâneas (Renami/SBPJor). Integra o Conselho consultivo da série Novas Diretrizes, da Editora Insular.

 

 

 


 
Em torno das perguntas de Clarice

 

Julia Panadés

Julia Panadés é artista plástica e escritora. Doutora em Letras: estudos literários (UFMG), com tese sobre Clarice Lispector e Louise Bourgeois. É autora, entre outros, dos livros Poemia contagiosaImagino Veneza e das exposições Híbrida (Palácio das Artes), Um livro por vir (Sesc Palladium), Corpo em obra (CCSP).

Juliano Garcia Pessanha

Juliano Garcia Pessanha é escritor, doutor em filosofia (USP) e professor. É autor, entre outros, de Testemunho transiente (Sesi), Recusa do não-lugar (Ubu) e O filósofo no porta-luvas (Todavida, no prelo).

Janaína de Paula

Prática a psicanálise, escreve e edita livros. Tem doutorado em Letras: estudo literários, pela UFMG. É autora dos livros Cor’p’oema Llansol; O menino azul para sempre; Tradução e transposição no campo da pulsão de morte. Atualmente realiza um pós-doc pelo PosLetras da da UFOP.

 

 

 

 


 
Clarice, hoje

 

Simone Paulino

Simone Paulino é jornalista, escritora, editora. Mestre em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo (USP), escreveu vários livros, entre eles, Abraços negados em retratos (2019), Como Clarice Lispector pode mudar sua vida (2017) e o Sonho Secreto de Alice (2013). Participou das antologias de contos Grafias Urbanas, Histórias Femininas, Olhar Paris e Escrever Berlim. Em 2015, criou a Editora Nós, que conta com um catálogo de mais de 50 títulos de literatura nacional e estrangeira. É professora da The School of Life Brasil.

Claire Varin

Claire Varin defendeu uma tese de doutorado sobre Clarice Lispector e publicou quatro obras inspiradas pelo Brasil : Clarice Lispector. Rencontres brésiliennes em 1987, livro de entrevistas e documentos diversos, reeditado pela Triptyque em Montreal, em 2007; um ensaio sobre a romancista sul-americana, Langues de feu (1990), traduzido no Brasil em 2002 por Lucia Peixoto Cherem com o título Línguas de Fogo (Limiar, São Paulo), além da narrativa Profession: Indien (1996) e do romance Clair-Obscur à Rio (1998). Publicou também uma coletânea de contos Le Carnaval des fêtes (2003) com quatro textos inspirados pelo Brasil. Seu último livro, Animalis, trata da complexidade de nossa relações com os animais (editora Leméac, 2018). Vários de seus poemas, contos e ensaios foram publicados em revistas, tanto no Canada quanto no exterior (traduzidos em espanhol, italiano, português e romeno). Recebeu em 2002, o Prêmio da Sociedade dos escritores canadenses por seu romance Désert désir (2001) e um prêmio à Criação artistica do Conselho das Artes e Letras do Quebec.

 

 

 

 


 
“Acontecências” e “Existência Escancarada” (Homenagem ao Centenário de Ruth Guimarães)

 

Tom Farias

Tom Farias é carioca, jornalista, professor, escritor, crítico literário,
pesquisador, biógrafo, dramaturgo e roteirista. Já publicou uma dezena de livros, entre biografias, romances, peças de teatro, ensaios literários.  Entre os livros publicados, destacam-se “Cruz e Sousa: Dante Negro do Brasil”, e “José do Patrocínio: a pena da abolição”, este em segunda edição. É autor de “Carolina, uma biografia”. São de sua autoria os romances “Os crimes do rio vermelho” e “A Bolha”, no prelo, além do inédito “Toda fúria”. É autor também de “Escritos negros: crítica e jornalismo literário”, a sair em 2020. Como crítico literário, escreveu para as revistas “Poesia Sempre” (RJ), “Ô Catarina” (SC), “Raça Brasil” (SP), e para os suplementos literários “Ideias” e “Ideias & Livros”, do Jornal do Brasil; “Pensar”, do jornal Estado de Minas, e “Prosa & Verso”, “Prosa” e “Segundo Caderno”, do jornal O Globo, onde ainda escreve, entre outros. Duas vezes finalista do prestigiado Prêmio Jabuti, em 2009 (“Cruz e Sousa: Dante Negro do Brasil”) e 2019 (“Carolina, uma biografia”), recebeu os prêmios
da Academia Brasileira de Letras, de “Crítica e História Literária” (“Reencontro com Cruz e Sousa”), da Câmara Catarinense do Livro, como “Destaque do Ano” (“Cruz e Sousa: Dante Negro do Brasil”), e do Governo do Estado de Santa Catarina, de “Medalha de Honra ao Mérito” (“Cruz e Sousa: Dante Negro do Brasil”), e da Flup – Festa Literária das Periferias, em 2018, “Autor Revelação” (“Carolina, uma biografia”). Colaborou no programa “Espelho”, produzido e dirigido por Lázaro Ramos. Atua na área do audiovisual, escreve para cinema e televisão. Entre seus últimos trabalhos, destaca-se a série “Libertários”, para TV Cultura (SP, 2019). Tem formação em Letras, com especialização em Literatura Brasileira, e Comunicação Social, onde atua na área do Jornalismo.

Catita

Mulher, negra, professora, pesquisadora, “escrivinhadora”, paulistana, filha, tia, amiga, amante… “Prosa e poesia me germinam entrelaçadas. “Escrevo porque me dói, escrevo porque me sereniza”. Autora de MORADA, pela Editora Feminas. Cotidiano, memórias, negritude e os sentimentos de seu mundo imaginário estão no blog http://www.letrascatitas.blogspot.com, em sites e revistas eletrônicas como Diários Incendiários, Ruído Manifesto e Poemas para combater o fascismo; em antologias como Eu nunca tinha passado por aqui; Mulherio das Letras; Eu, curiosa? (Coleção Besouro Infanto-Juvenil) e Cadernos Negros 41 (poemas) e 42 (contos – semifinalista do Prêmio Jabuti 2020), Elas e as Letras 2, Erupções Feministas Negras (Coletivo LouvaDeusas). Idealizei e mantenho o evento virtual anual “À mesa negra”, o banquete literário novembrino. Sou co-fundadora do coletivo de escritoras negras Flores de Baobá.

Carolina Anglada

Carolina Anglada é professora de literaturas de língua portuguesa no Departamento de Letras da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Doutora em Literaturas Modernas e Contemporâneas, pela UFMG, com tese sobre teoria da forma. Realiza pesquisas transdisciplinares entre a poesia, a filosofia e a teoria da arte, com particular interesse nas relações entre língua e pensamento. 

 

 


 
A doença e o Tempo

 

Eduardo Jardim

Eduardo Jardim estudou filosofia na PUC-Rio, onde fez o mestrado, e doutorou-se pela UFRJ. Publicou A brasilidade modernista – sua dimensão filosóficaLimites do moderno, , Mário de Andrade – a morte do poeta, , A duas vozes – Hannah Arendt e Octavio Paz (Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007), Hannah Arendt – pensadora da crise e de um novo inícioEu sou trezentos – Mário de Andrade – vida e obra (Prêmio Jabuti de melhor livro de não-ficção, 2016), Tudo em volta está deserto e A doença e o tempo. Organizou Hannah Arendt – diálogos, reflexões, memórias e as coleções Modernismo + 90 e Ensaios contemporâneos.

Pedro Duarte

Professor Doutor de Filosofia da PUC-Rio. Ocupou, no Pós-doutorado, a Cátedra Fulbright de Estudos Brasileiros na Universidade Emory (EUA, 2020). Foi Professor Visitante nas universidades Brown (EUA, 2004/2006) e Södertörns (Suécia, 2012). É autor dos livros A pandemia e o exílio do mundoTropicáliaA palavra modernista: vanguarda e manifesto; e Estio do tempo: Romantismo e estética moderna. Tradutor do livro Liberdade para ser livre, de Hannah Arendt. Co-autor, roteirista e curador da série de TV Alegorias do Brasil, junto com o diretor Murilo Salles (Canal Curta!). 

Ana Cecilia Impellizieri

Ana Cecilia Impellizieri Martins é jornalista, historiadora e editora. Mestre em História Social da Cultura e doutora em Literatura Brasileira pela PUC-Rio. Foi diretora editorial da Casa da Palavra e da Edições de Janeiro. Em 2015 fundou a Bazar do Tempo, da qual é editora. É autora de Jean Manzon: Retratos da Grande aventura e coorganizadora de As descobertas do Brasil e A História do Brasil em 100 fotografias. Em 2020 lançou O homem que aprendeu o Brasil – A vida de Paulo Rónai (Todavia) e Rosa e Rónai: o universo de Guimarães Rosa por Paulo Rónai, seu maior decifrador (Bazar do Tempo), este último organizado com Zsuzsanna Spiry.

 

 


 
Escrever Ficção

 

Cristhiano Aguiar

Cristhiano Aguiar é escritor e professor. Mestre em Teoria da Literatura pela Universidade Federal de Pernambuco e doutor em Letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, atuou como pesquisador visitante na University of California, Berkeley, nos Estados Unidos. Atualmente, é professor de Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie. É autor de Espaços e narrativas ficcionais: uma introdução (Editora Mackenzie, 2017), bem como dos livros de contos Na outra margem, o Leviatã (Lote 42, 2018) e Trilogia da Febre (Vacatussa, 2020). Participou da antologia Granta: Os melhores jovens escritores brasileiros. Seus textos foram publicados nos Estados Unidos, Inglaterra, Argentina e Equador. Mantém uma coluna na Revista Pessoa.

João Batista Melo

João Batista Melo nasceu em Belo Horizonte. Publicou os romances “Patagônia” (Prêmio Cruz e Sousa) e “Malditas fronteiras” (Prêmio Cidade de Belo Horizonte), e as coletâneas de contos “Um pouco mais de swing”, “O colecionador de sombras”, “O inventor de estrelas” (Prêmio Guimarães Rosa), “Descobrimentos” e “As baleias do Saguenay” (Prêmio Cidade de Belo Horizonte e Prêmio Paraná), além do ensaio “Lanterna mágica: infância e cinema infantil”. Dirigiu e roteirizou quatro curtas e um média metragem, selecionados para diversos festivais no Brasil e no exterior, e um deles, “Tampinha” recebeu o prêmio de melhor curta de ficção no Festival Divercine, no Uruguai. Compositor, é autor de trilhas sonoras de filmes.

Carla Madeira

Carla Madeira nasceu em Belo Horizonte em 1964. Largou um curso de matemática e se formou em jornalismo e publicidade. Foi professora de redação publicitária na Universidade Federal de Minas Gerais e é sócia e diretora de criação da Agência de comunicação Lápis Raro. Em 2014, lançou seu primeiro romance “Tudo é rio” , um sucesso editorial, recebido com entusiasmo pelo público e pela crítica. Em 2018 lançou seu Segundo romance “A natureza da
mordida”.

Sandra Espilotro

É bacharel e mestre pela Universidade de São Paulo. Foi diretora da Globo Livros – Editora Globo -, atuando nas áreas de ficção e não ficção. Atuou negociando direitos nas principais feiras de livros internacionais, como Frankfurt, Londres, Bolonha e Book
Expo America, de 1989 a 2012. Foi diretora editorial para o mercado internacional na Ediouro Publicações/Nova Fronteira. Foi curadora do Prêmio São Paulo de Literatura (2015-2017), e também jurada nos dois anos anteriores. Atualmente é consultora para implementação de novos projetos editoriais; orientadora de escrita para autores; professora regular em cursos de MBA Book Publishishing, nas disciplinas de Planejamento Editorial, Produção Editorial, Mercado Internacional e Ficção e Não Ficção; diretora da UBE (União Brasileira de Escritores) e membro da CPCLP (Comissão de Promoção de Conteúdo de Língua Portuguesa), da CBL.

 

 


 
Literatura e Sociedade hoje

 

Ricardo Lísias

Ricardo Lísias é escritor, autor dos romances O céu dos suicidasDivórcio e A vista particular entre outros. Criou a Família Tobias, com a qual produz diversas obras em várias plataformas, como o ebook Delegado Tobias e o livro-objeto Inquérito policial – Família Tobias. Na peça Vou, com meu advogado, depor sobre o Delegado Tobias, atuou como dramaturgo e ator. Idealizou o “Eduardo Cunha (pseudônimo)”, autor de Diário da cadeia – com trechos da obra inédita Impeachment (Editora Record), que teve seu sigilo desfeito pela justiça brasileira, em decisão posteriormente reformada inúmeras vezes. Lançou muito recentemente o livro Diário da catástrofe brasileira: ano I – o inimaginável foi eleito.

Tiago Ferro

Tiago Ferro é editor e escritor. É um dos fundadores da editora de e-books e-galáxia e da revista de ensaios Peixe-elétrico. Colabora regularmente com textos sobre cultura para veículos como as revistas piauíCult, Serrote Suplemento Pernambuco. Mestre em história social pela Universidade de São Paulo, atualmente pesquisa a obra do crítico literário Roberto Schwarz no programa de doutorado da mesma universidade. O pai da menina morta (Brasil: todavia, 2018; Portugal: Tinta da China, 2018; Colômbia: Planeta, 2020), seu romance de estreia, venceu o Prêmio Jabuti categoria romance e o Prêmio São Paulo de Literatura 2019 categoria romance de estreia.

Ana Paula Pacheco

Ana Paula Pacheco é escritora e professora de Teoria Literária e Literatura Comparada na USP. Publicou contos e ensaios em revistas, entre eles: “O fogo de palha de 68”, sobre No intenso agora, de João Moreira Salles (revista Significação, 2020), “O intelectual de classe média”, em Antonio Candido: 100 anos (Ed. 34, 2018), “Os incomodados que se mudem: a subjetividade contemporânea de Os inquilinos, de Sérgio Bianchi” (revista Novos estudos — Cebrap, 2017). Também publicou os livros: Lugar do mito, sobre Guimarães Rosa; A casa deles, contos; Ponha-se no seu lugar!, novela infantojuvenil. Fez pós-doutorado em 2017 na Universidade Paris-Nanterre. Atualmente estuda cinema e romance no pós-1968.

 

 

 

 


 
Clarice, crianças, criações infantis

 

Mell Brites

MELL BRITES é editora executiva da área infantil da Companhia das Letras, mestra em literatura brasileira pela USP, com pesquisa sobre a infância e os livros infantis de Clarice Lispector, ministra um curso livre de aperfeiçoamento sobre literatura infantil no Instituto Tomie Ohtake e é professora convidada da Pós Graduação Literatura para Crianças e Jovens do Instituto Vera Cruz. À frente da Companhia das Letrinhas, recebeu diversos prêmios pelas suas publicações, como o New Horizons – Digital Prize (Bolonha, Itália, 2012), e foi finalista do BOP – Best Children’s Publisher of the Year (Bolonha, Itália) em 2017, 2019 e 2020. Foi bolsista na Internationale Jugendbibliothek (Alemanha) em 2018 e publicou diversos artigos e resenhas sobre o universo da literatura infantil. 

Luís Camargo

Escritor, ilustrador e tradutor de livros infantis, nasceu em São Paulo, em 1954. Publicou, entre outros, Maneco Caneco Chapéu de Funil, O cata-vento e o ventilador e Ilustração do livro infantil. Doutor em Teoria e História Literária pela Unicamp. Trabalhou durante 15 anos como editor de livros para crianças e jovens. Nos últimos três anos vem se dedicando ao estudo da obra de Monteiro Lobato. É um dos autores das obras Monteiro Lobato, livro a livro, obra infantil e Monteiro Lobato, livro a livro, obra adulta.

Cilza Bignotto 

Cilza Bignotto é professora de Literatura Brasileira e Teoria Literária na Universidade Federal de Ouro Preto. Suas pesquisas se concentram nas áreas de História do livro no Brasil e Literatura Infantil. Dentre suas publicações, destaca-se “Figuras de autor, figuras de editor: as práticas editoriais de Monteiro Lobato”.

 

 


 
A saga dos Imigrantes na Literatura

 

Betty Milan 

Betty Milan é paulista. Autora de romances, ensaios, crônicas e peças de teatro. Além de publicadas no Brasil, suas obras também circulam com selos de França, Espanha, Portugal, Argentina e China. Colaborou com os principais jornais brasileiros e foi colunista da Folha de S. PauloVeja e Veja.com. Trabalhou para o Parlamento Internacional dos Escritores, sediado em Estrasburgo. Em 1998 e 2015, participou como convidada de honra do Salão do Livro de Paris. Em 2014, representou a literatura brasileira contemporânea na Feira Internacional do Livro de Miami (EUA). Em 2018 fez uma série de conferências em diversas universidades nos Estados Unidos sobre a diáspora e a literatura. Em 2019 participou da Lebanese Diáspora Energy em Beirute, onde foi homenageada pela sua contribuição para o país natal dos ancestrais. Antes de se tornar escritora, diplomou-se pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e teve formação em Psicanálise na França, orientada por Jacques Lacan, de quem foi assistente no Departamento de Psicanálise da Universidade de Paris VIII.

 

 


 
Um mundo sem livros e sem livrarias? 

 

Roger Chartier

Historiador, pesquisador da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais e professor do Collège de France. É ensaísta especializado em história da cultura, com destaque para a história do livro e da leitura na Europa. Autor de diversos livros, muitos deles traduzidos, tais como Formas e Sentido – Cultura Escrita: Entre Distinção e Apropriação,

Inscrever & Apagar, Leituras e Leitores na França do Antigo Regime e Práticas da Leitura.

Bernardo Gurbanov

Editor e livreiro, proprietário da Editora Letraviva e presidente da Associação Nacional de Livrarias (ANL), trabalhando também como consultor para o mercado editorial e políticas públicas de incentivo à leitura. Integrante do Conselho do PMLLLB – Plano Municipal do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas da Cidade de São Paulo.

 

 

 

 

 


 
Polo de Cinema – Debate sobre o documentário ”Duas Aguas ” (Homenagem ao Centenário de João Cabral de Melo Neto

 

Cristina Fonseca

Uma das mais prestigiadas diretoras de documentários no Brasil, com diversos prêmios internacionais, nasceu em São Paulo em 1959. É formada em língua e literatura brasileira pela Universidade de São Paulo (USP); em jornalismo pela Fundação Cásper Líbero de SP; e com Doutorado em Semiótica e Comunicação pela Pontifícia Universidade Católica de SP. Escritora e ensaísta autora de 9 livros de ensaios sobre arte e literatura. Tendo publicado um criativo ensaio sobre grafites e pichações – “A Poesia do Acaso”, de 1994; o livro “Juó Bananére: O Abuso em Blague” de 2001, uma referência sobre o poeta satírico Ju´Bananére e sua relação com o Pré-Modernismo brasileiro; além de “Modernistas da Ciência: Oswaldo Cruz”, de 2005, sobre o médico e sanitarista e a relação entre arte experimental e ciência experimental, fruto de um de seus documentários ais premiados no exterior, “Pioneiros da Saúde”, de 1994. É responsável por documentários como “Poetas de Campos e Espaços”, sobre os concretistas Décio Pignatari, Augusto e Haroldo de Campos; “Carmem Miranda – A Embaixatriz do Samba”, sobre a cantora luso-brasileira; “Biblioteca Mindlin – Um Mundo em Páginas”, sobre a biblioteca de José Mindlin, uma das maiores bibliotecas de livros raros do mundo; e “Duas Águas”, sobre João Cabral de Melo Neto, cujo centenário acontece em 2020.

Eric Drummond

Eric Drummond é produtor cultural com vasto histórico de grandes festivais como Virada Cultural, Bienal do Livro de São Paulo e Balada Literária; além da carreira de grandes nomes da música como Jorge Mautner, Jards Macalé, Paulinho da Viola, João Gilberto, Elza Soares Daniela Mercury; e realização de mais de 1000 shows e projetos com nomes que vão de Chico Buarque e Maria Bethânia à Cassandra Wilson e Fernanda Montenegro. Já participou da curadoria de projetos como Geek Nation, “Dadá Vive”, “A Música dos Letristas”, Mix Brasil, Mostra Crunchyroll de Animes LGBTQ+, Bloomsday e Balada Literária. Atualmente é Vice-Presidente da Bird, uma aceleradora de projetos que tem em seu portfólio projetos como BIG Festival, Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, Asian Pop Festival, Festival Planeta Brasil e Tarenas. É também cineasta e pesquisador de arte, música e cinema, com passagem pela revista literária Sibila, e atualmente trabalha no livro “Soluços de Cinema”.

Emílio Maciel

Emílio Maciel é doutor em literatura comparada pela UFMG, com tese sobre Paul de Man, e professor associado de Teoria Literária no Departamento de Letras do ICHS/UFOP. Publicou textos sobre Marcel Proust, Giacomo Leopardi, Charles Baudelaire, Bob Dylan, Silviano Santiago, entre outros. Desde março de 2020 dirige o curso livre ” O estado da canção”, voltado para a sondagem dos limites, limiares e potencialidades da canção popular.

 

 



*Estas mesas são uma realização da CBL através da Comissão para a Promoção de Conteúdo em Língua Portuguesa, com apoio do Instituto Camões e Sesc-SP, colaboração do CELP-USP e Universidade Presbiteriana Mackenzie.