CONVIDADOS

 

 

O  Crítico e o Professor 

 

fabio

Fabio Lucas

 

Fábio Lucas (Esmeraldas27 de julho de 1931) é um escritor e crítico literário brasileiro.

Fundador das revistas literárias Vocação e Tendência, ambas em Belo Horizonte. Desde 1949, tem colaborado em jornais e revistas literárias do Brasil, Portugal, Estados Unidos, México, Canadá, Espanha e Itália.  Foi professor em quinze universidades no Brasil, Europa e Estados Unidos da América. Membro da Academia Mineira de Letras e da Academia Paulista de Letras; presidente, por duas vezes, da União Brasileira de Escritores; diretor do Instituto Nacional do Livro; membro da Associação Brasileira de Crítica Literária; sócio honorário da American Association of Spanish and Portuguese. 

Foi agraciado  com vários títulos e prêmis, como  o prêmio  Prêmio Jabuti de Literatura  (1970); Prêmio Fernando Chinaglia; Prêmio Crítica: os melhores do ano (1982); Prêmio Juca Pato, como Intelectual do Ano, conferido pela União Brasileira de Escritores (UBE), juntamente com o jornal Folha de S.Paulo(1992); Medalha de Honra ao Mérito Machado Assis, conferida pela UBE/New (2000); Prêmio Minas Gerais de Litertura (2015).

Escreveu dezenas de livros  e críticas literárias como O caráter social da literatura brasileira (1970),Compromisso literário (1964)Economia e ciências sociais (1969), A Face visível (1973) , Fontes da literatura portuguesa (1991), Brazilian poetry from the 1830 to the 1880s Vol 3: Brazilian literature; bibliographies. Cambridge University Press (1996), Literatura e comunicação na era da eletrônica (2001)  Ficções de Guimarães Rosa : perspectivas (2011).

 

Guiomar de Grammont 

 Guiomar de Grammont é escritora, dramaturga, professora da UFOP, e curadora de eventos literários. Doutora em Literatura Brasileira pela USP, publicou, entre outros, a pesquisa histórica “Aleijadinho e o Aeroplano” (2008), os volumes de contos “Sudário” (2006), “O fruto do vosso ventre” (1994), Prêmio Casa de Las Américas e o romance “Palavras Cruzadas” (2015), Prêmio Nacional de Narrativa do Pen-Clube em 2017. Em seus romances psicológicos e polifônicos, aborda o impacto de tragédias ambientais como a de Mariana e o desaparecimento de presos políticos. Foi editora executiva da Record (2012 e 2013) e curadora da homenagem ao Brasil no Salão do Livro de Paris (2015). Criou e coordena, desde 2005, o Fórum das Letras de Ouro Preto, em 15a edição e desde 2015 é curadora da FLINKSAMPA, Festa da literatura negra de São Paulo.

milton

Milton Hatoum 

Milton Hatoum estreou na ficção com Relato de um certo Oriente (1989), com o qual ganhou o prêmio Jabuti de melhor romance. Com obra adaptada para a TV, teatro e quadrinhos, o romance Dois irmãos (2000), foi adaptado para televisão, teatro e quadrinhos, o escritor acumulou mais prêmios com Cinzas do Norte (2005) - Jabuti, Livro do Ano, Bravo!, APCA e Portugal Telecom. Publicou também  o livro de contos A cidade ilhada e a coletânea de crônicas  Um solitário à espreita. Atualmente está trabalhando em uma trilogia, com os dois primeiros volumes publicados - A noite da espera e Pontos de fuga. Em homenagem ao crítico Davi Arrigucci Jr., publicou em 2021 o livro Invenção e crítica. Premiado e traduzido para diversas línguas, sua obra de ficção está publicada em catorze países.

 


 
Crítica e Transgressão

 

Flora Sussekind

 

Flora Süssekind, ensaísta e pesquisadora, trabalha como professora associada na Graduação em Estética e Teoria do Teatro (Centro de Letras e Artes) e no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Esteve vinculada, como pesquisadora, ao Setor de Filologia do Centro de Pesquisa da Fundação Casa de Rui Barbosa de 1981 a 2020. Com graduação, mestrado e doutorado em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, é autora, entre outros livros, de Tal Brasil, qual romance?, Literatura e Vida Literária, Cinematógrafo de Letras, Papéis Colados, As revistas de ano de Artur Azevedo, A Voz e a Série, O Brasil não é longe daqui. Tem focado seus estudos em teoria e historiografia literária e teatral, nas relações entre as artes e entre arte e técnica, na cultura oitocentista brasileira e na produção cultural contemporânea. Publicou, em 2018, os primeiros 3 volumes, organizados com Tania Dias, de "Cultura Brasileira Hoje: Diálogos", compilação de depoimentos de artistas, escritores e pensadores brasileiros contemporâneos. Organizou a seleção dos diários de Virginia Woolf, lançada pela Editora Rocco em novembro de 2021. E está no prelo, o seu livro Coros, Contrários, Massa, a ser divulgado pelo CEPE (selo Suplemento Pernambuco) no primeiro semestre de 2022.

 

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Jose Almino 

 

José Almino é doutor em sociologia pela Universidade de Chicago. Foi pesquisador no Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas (1977-1985). Nos últimos vinte e cinco anos trabalhou como pesquisador titular da Fundação Casa de Rui Barbosa, onde foi diretor do Centro de Pesquisa e presidente (2003-2011). É sócio titular e membro da diretoria do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Nos últimos anos além de vários artigos, publicou "Gordos, magros e guenzos", ensaios, 2018; "Encouraçado e cosido dentro da pele", poesia, 2019. No ano corrente teve reeditado o seu "O motor da luz", livro de ficção.

 

Julio Castanon 

 

Júlio Castañon Guimarães. Publicou livros como Porque ler Manuel Bandeira (Globo, 2008) e Entre reescritas e esboços (Topbooks, 2010). Sua poesia está reunida no volume Poemas[1975-2005] (Cosac, 2006). Organizou edições como Crônicas inéditas I e II de Manuel  Bandeira (Cosac, 2008 e 2009) e a edição crítica de Poesia 1930-1962 de Carlos Drummond de Andrade (Cosac, 2012). Traduziu autores como Paul Valéry, Mallarmé, Rimbaud, Georges Bataille, Sartre, Barthes, Antoine Emaz. Sua tradução de As flores do mal de Baudelaire (Penguin-Companhia das Letras, 2019) ganhou o prêmio de tradução de 2020 da Biblioteca Nacional. Foi pesquisador da Fundação Casa de Rui Barbosa.

 

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Beatriz Castanon 

 

Beatriz Resende é Professora Titular da Faculdade de Letras da UFRJ, pesquisadora I-A do CNPQ e Cientista do Nosso Estado pela FAPERJ. Coordena o Programa Avançado de Cultura Contemporânea- PACC/UFRJ. Edita a Revista Z Cultural. É autora de "Sobre Lima Barreto", SP: e-galaxia, 2017; "Poéticas do Contemporâneo". SP:e-galaxia, 2017;"Lima Barreto e o Rio de Janeiro em fragmentos".Belo Horizonte: Autêntica,2016. "Contemporâneos, Expressões da literatura brasileira no século XXI". RJ: Casa da Palavra, 2008; "Apontamentos de crítica cultural". RJ: Aeroplano, 2000. Organizou "Lima Barreto: impressões de leitura e outros textos críticos", "Possibilidades da nova escrita literária no Brasil", com Ettore Finazzi-Agrò, e  "Toda Crônica"(reunião das crônicas de Lima Barreto).

 

Mônica Gama

Mônica Gama é professora de Teoria da Literatura da UFOP e coordenadora executiva do Fórum das Letras. Doutora em Literatura Brasileira pela USP com tese sobre a autorrepresentação de Guimarães Rosa, com publicações sobre o processo de criação desse autor. Editou números das revistas Caletroscópio, Manuscrítica, Criação e Crítica. Atualmente desenvolve pesquisa sobre diários ficcionais.

 

 


 
O Ensaio Crítico como gênero Literário

Jose Castello 

 

Jose Castello, 1951, escritor e jornalista. Colunista do periódico mensal Rascunho, de Curitiba, e do suplemento Pernambuco, do Recife. Foi colunista do Prosa & Verso, de O Globo, e de O Estado de S. Paulo. Autor, entre outros, de A Literatura na Poltrona, Record, 2009, e de Inventário das Sombraa, Record, 1999, que terá nova edição, ampliada, em maio de 22. 

 

jose castello
jonatan

Jonatan Silva

 

Jonatan Silva é jornalista, crítico literário, escritor, professor e assessor de imprensa. Passou pelas redações da Tribuna do Paraná e Paraná Online. Foi editor da revista Mediação, do Colégio Medianeira. Na mesma instituição, idealizou, produziu e apresentou o podcast MedCast, que tratava de temas que iam da educação à cultura, passando por questões da atualidade e da filosofia.

Atua como professor convidado na especialização e cursos livres da Escola de Belas Artes da PUCPR. Escreve para os jornais Rascunho e Cândido, e para o portal de cultura Escotilha. Colabora com as editoras Rádio Londres e Olho de Vidro, além de ter textos publicados nas revistas Flaubert e Tinteiro, e no jornal RelevO. 

Foi um dos selecionados para integrar a coletânea Parem as máquinas (2020), editada pelo selo OffFlip, em 2020. É autor dos livros O Estado das coisas (2015) e Histórias mínimas (2019), além de desenvolver o projeto de não ficção A Vida dos outros.

 

W. B. Lemos

W. B. Lemos, autor de Rasga-mortalha – poemas dos outros. É Mestre em Literatura Brasileira pela UERJ e Doutor em Literatura Comparada pela mesma universidade.  Ator formado pela Casa das Artes de Laranjeiras, Lemos é Esperando Leitor, palhaço e andarilho literário que se dedica, em especial, a ler e distribuir trechos de obras literário-filosóficas, brasileiras e estrangeiras, nas ruas cariocas.  Devido à repercussão de Rasga-mortalha, premiado pela União Brasileira de Escritores – RJ, teve poemas inéditos publicados no nº 89 da Revista Brasileira, periódico da Academia Brasileira de Letras (ABL). Atualmente Lemos é editor do Versura, selo de poesia da Editora Telha, e coordena a programação literária do Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro.  

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Eduardo Cesar Maia

Professor do curso de Comunicação Social (CAA) e do Programa de Pós-Graduação em Letras (Teoria da Literatura) da Universidade Federal de Pernambuco. É colunista do Estado da Arte, suplemento de cultura, filosofia e artes do Jornal O Estado de S. Paulo e colabora como articulista na Revista Continente (CEPE Editora). Doutor em Teoria da Literatura pela Universidade Federal de Pernambuco, com estágio doutoral na Universidad de Salamanca (Espanha), tendo desenvolvido tese, com o apoio da CAPES, a respeito da atualidade da tradição crítica humanista através das obras de José Ortega y Gasset e Álvaro Lins. É mestre (2008) também em Teoria da Literatura pela mesma Instituição, com dissertação defendida sobre o pensamento literário e crítico do escritor peruano Mario Vargas Llosa. Possui graduação em Jornalismo pela UFPE (2005). Realizou, ainda, um Máster em Filosofia pela Universidad de Salamanca (Espanha). Editou e foi articulista das revistas Café Colombo, Continente e Crispim, com publicações sobre na área de crítica literária e filosofia. É produtor do programa radiofônico Café Colombo, sobre livros e ideias. É coautor e editor dos livros Pensata (2005), Conversas no Café Vol. 1 (2007), Conversas no Café Vol. 2 (2015) e Sobre livros e ideias (2017); organizou e editou, ainda, os livros Sobre Crítica e Críticos (2013) e Sete Escritores do Nordeste (2016), com ensaios de crítica literária de Álvaro Lins.

 

 


 
Revistas Literárias: desafios e realizações 
rogerio

 

Rogerio Pereira (Jornal Rascunho)

 

ROGÉRIO PEREIRA nasceu em Galvão (SC), em 1973. É jornalista, editor e escritor. Em 2000, fundou em Curitiba o jornal Rascunho, atualmente na 259ª edição mensal. Coordena o projeto Paiol Literário, do qual já participaram cerca de 80 escritores.

Entre as muitas curadorias realizadas, destacam-se Bienal do Paraná (2010), Bienal do Amazonas (2012) e Bienal de Minas (2016). Foi curador do Prêmio São Paulo de Literatura em 2017 e 2018.

Entre janeiro de 2011 e abril de 2019, foi diretor da Biblioteca Pública do Paraná, onde coordenou o Plano Estadual do Livro, Leitura e Literatura.

É autor do romance Na escuridão, amanhã (Cosac Naify), finalista do prêmio São Paulo de Literatura, menção honrosa no Prêmio Casa de Las Américas (Cuba), e traduzido na Colômbia (Babel Libros). Tem contos publicados no Brasil, Alemanha, França, Finlândia, Peru e Equador.

 

 

Schneider Carpeggiani (Suplemento Pernambuco) 

 

 

Schneider Carpeggiani - jornalista, doutor em teoria literária e curdador de eventos literários. Atualmente atua como editor do Suplemento Pernambuc e coordena o Selo Pernambuco (Cepe Editora)

 

 

 

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Paulo Werneck (451)

 Paulo Werneck é editor de livros, jornalista e tradutor literário. Desde 2017, edita a revista Quatro Cinco Um, especializada na cobertura de livros. Traduziu Zazie no Metrô, de Raymond Queneau, A espuma dos dias, de Boris Vian, e Persépolis, de Marjane Satrapi, entre outras obras. Em 1999, publicou ­Cabras - Caderno de viagem, com Antonio Prata, Chico Mattoso e Zé Vicente da Veiga, livro que em 2002 ganhou nova edição, com prefácio de Antonio Candido. Editou, com Chico Mattoso, a revista literária independente Ácaro. Com 11 anos de experiência em editoras, trabalhou na Companhia das Letras e Cosac Naify, tendo participado da elaboração do manual de edição e estilo de ambas. Foi o editor responsável pela criação do caderno Ilustríssima, da Folha de S.Paulo (2010-13). Entre 2014 e 2016, foi o responsável pela curadoria de três edições da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). É membro da Comissão Consultiva da Universidade do Livro.


Victor Luiz da Rosa 

 

Professor de literatura da Universidade Federal de Ouro Preto. Escreve sobre livros no caderno cultural do jornal O Globo, no Suplemento Pernambuco e na revista de livros Quatro Cinco Um. Co-editor da Ouriço, revista de poesia e crítica cultural. Em 2010, foi um dos vencedores do Prêmio Rumos de crítica literária, do Itaú Cultural. Organizou o livro Natureza: a arte de plantar (Cepe/Pernambuco, 2021) com textos ecológicos do poeta Leonardo Fróes.

 

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O Autor Crítico 
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Andréa Catropa

É escritora e publicou pela Editora Patuá o romance "Homens adoram mulheres perfeitas" (2019) e o volume de contos "Sem SItema (2007). Em 2008, estreeou em livro com os pormeas de "Mergulhos às avessas". Integrou coletâneas e atologias no Brasil e no exterior. É doutora em Teoria Literária e nos pós-doc começou a pesquisar as relações entre design, arte e tecnologia. Entre os prêmios que recebeu, estão: Edital de Publicação de Livros de São Paulo, PROAC e Rumos Itaú Cultural. 

Bernardo Nascimento de Amorim

Nascido em 1976, em Belo Horizonte, filho de José e Maria, irmão de Ana, companheiro de Raquel, tio de Antônio e Lia, Bernardo é professor dos cursos de graduação e pós-graduação em Letras da UFOP. Poeta frustrado, tornou-se um estudioso de poesia. É lider do GP_PLiPO - Grupo de Pesquisa sobre Poesia de Língua Portuguesa. Mais recenemente, encontrou o seu lugar no trabalho com as literaturas de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçabique e São Tomé e Príncipe. Bem intenciosado e cheio de contradições, é um sujeito teimoso. 

 

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Ciclo Jornalismo e Literatura: Recurso Final: a lava jato e o suicídio do reitor de Santa Catarina

 

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Paulo Markun

Paulo Markun é jornalista desde 1971. Atuou como repórter, editor, colunista, chefe de reportagem e diretor de redação em grandes veículos de comunicação da mídia impressa: DCI, O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo, O Globo, Jornal da República, Opinião, Jornal da Tarde. Como publisher e executivo de comunicação criou as revistas Imprensa e Radar, a edição paulista do jornal O Pasquim, a newsletter Deadline – sobre negócios da comunicação, o Jornal
do Norte de Manaus e o site  JD, espaço colaborativo que permitia a ampla discussão de temas relevantes. Apresentou o programa Roda Viva por dez anos. De 2007 a 2010 presidiu a Fundação Padre Anchieta, instituição mantenedora da TV Cultura, tendo ampliado  de três para cinco os canais da FPA, com a criação da Univesp TV e do Multicultura, canais digitais. Escreveu 15 livros e dirigiu mais de cem documentários. Vive em Lisboa.

 

 Mario Vitor Santos


Mario Vitor Santos é jornalista. É colunista do 247 e apresentador da TV 247. Foi ombudsman da Folha e do portal iG, secretário de Redação e diretor da Sucursal de Brasilia da Folha.
mario vitor

 

 


 
Autoficcção e Autocrítica

Tiago Ferro

Tiago Ferro é editor e escritor. É um dos fundadores da editora de e-books e-galáxia e da revista de ensaios Peixe-elétrico. Colabora regularmente com textos sobre cultura para veículos como as revistas piauíCult, Serrote Suplemento Pernambuco. Mestre em história social pela Universidade de São Paulo, atualmente pesquisa a obra do crítico literário Roberto Schwarz no programa de doutorado da mesma universidade. O pai da menina morta (Brasil: todavia, 2018; Portugal: Tinta da China, 2018; Colômbia: Planeta, 2020), seu romance de estreia, venceu o Prêmio Jabuti categoria romance e o Prêmio São Paulo de Literatura 2019 categoria romance de estreia.

 

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Juliano Pessanha

Juliano Garcia Pessanha é doutor em filosofia (USP) e mestre em psiclogia (PUC-SP). É autor de "O filósofo no porta-luvas" (2021) e "Recusa do não-lugar" (2018).  Publicou ainda "Sabedoria do nunca" (1999), "Ignorância do sempre" (2000), "Certeza do agora" (2002) e "Instabilidade perpétua" (2009), tetratologia reunida em "Testemunho transiente", que recebeu o Prêmio APCA (2015). É professor e dirige grupos de estudo. 

 

 

 

Julián Fuks

Nascido em São Paulo em 1981, Julián Fuks pe escritor e crítico literário. É autor de "A resistência", romance ganhador dos prêmios Jabuti, Saramago, Oceanos e Anna Seghers, e também de "A ocupação", "Procura do romance" e "Histórias de literatura e cegueira", finalistas dos principais prêmios nacionais. É doutor em teoria literária pela USP, e autor do livro de crítica "Romance: história de uma ideia", publicado pela Companhia das Letras em 2021. Seus livros já foram traduzidos para dez línguas e publicados em diversos países. 

julian

 

Emílio Maciel

Emílio Maciel é doutor em literatura comparada pela UFMG, com tese sobre Paul de Man, e professor associado de Teoria Literária no Departamento de Letras do ICHS/UFOP. Publicou textos sobre Marcel Proust, Giacomo Leopardi, Charles Baudelaire, Bob Dylan, Silviano Santiago, entre outros. Desde março de 2020 dirige o curso livre ” O estado da canção”, voltado para a sondagem dos limites, limiares e potencialidades da canção popular.

 

 


 
Ciclo Jornalismo e Literatura: A república das milícias 
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Bruno Paes Manso

 

Bruno Paes Manso, jornalista e pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da USP. Co-autor do livro "A Guerra - ascensão do PCC e o mundo do crime no Brasil" e autor do "A República das Milícias - dos esquadrões da morte à era Bolsonaro, ambos pela Todavia. 

Marta Maia

Marta Maia é graduada em Jornalismo (pela PUC Campinas) e em História (pela Unicamp), doutora em Comunicação (pela ECA/USP), com pós-doutoramento, também em Comunicação, pela UFMG. Atuando em vários projetos de ensino, pesquisa e extensão, é curadora do Fórum das Letras, sempre na área de Jornalismo e Literatura, desde 2010. Lançou, em 2019, o livro Narrativas radiofônicas: memórias da comunidade radiouvinte paulistana (1930-1950) e, em 2020, o livro “Perfis no jornalismo: narrativas em composição”. Também organizou, em conjunto com Mateus Passos, o livro recém-lançado “Narrativas midiáticas contemporâneas: epistemologias dissidentes”. Atualmente é professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Ouro Preto e uma das coordenadoras da Rede de Pesquisa Narrativas Midiáticas Contemporâneas (Renami/SBPJor). Integra o Conselho consultivo da série Novas Diretrizes, da Editora Insular.

 

 

 


 
Tramas da Crítica Literária Contemporânea  

 

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Lucía Tennina (Argentina)

Lucía Tennina é Professora de Literatura Brasileira na Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Buenos Aires e Pesquisadora da Comisión Nacional de Investigaciones Científicas y Tecnológicas (CONICET). Formou-se em Letras (UBA), é mestre em Antropologia Social (UNSAM) e Doutora em Letras (UBA). Realizou o pós-doutorado em Estudos Culturais no Programa Avançado em Cultura Contemporânea da Universiade Federal do Rio de Janeiro, onde atualmente é pesquisadora associada. É também pesquisadora permanente do grupo de Estudos em Literatura Brasileira COntemporânea da Universidade de Brasília. É autora do livro ¡Cuidado con los poetas! Literatura y periferia en la ciudad de San Pablo (Rosario, Beatriz Viterbo, 2018/ Porto Alegre, ZOUK, 2017), e organizadora, entre outros, dos livros Saraus. Movimiento/Literatura/Periferia/São Paulo (Tinta Limón, 2014), Brasil Periférica (México DF, Aldvs, 2014/Santiago de Chile, Cuarto Propio, 2016), Quilombo. Cartografía de la autoría negra de Brasil (Tinta Limón, 2020), Polifonias Marginais (junto a Érica Peçanha do Nascimento, Mário Medeiros da Silva e Ingrid Hapke, Rio de Janeiro: Aeroplano, 2016) e Literatura e periferias (junto a Regina Dalcastagnè, Porto Alegre: ZOUK, 2019). Exerce também como tradutora do português ao espanhol de livros de literatura brasileira contemporânea e de ciências sociais. É co-editora de Mandacaru Editorial www.mandacarueditorial.com

 

 

Emiliano Mastache (México)

 

Eiliano Mastache, Universidad Nacional Autónoma de México, Instituto de Investigaciones Filológicas 

Doutor em Literatura Comparada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Brasil. Atualmente, forma parte do Posdoutorado no Instituto de Investigaciones Filológicas da Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM). As suas linhas de investigação saõ: a literatura da escritora mexicana Josefina Vicens e da brasileira Clarice Lispector, arquivos e manuscritos literários, literatura latino-americana e literaturas em língua portuguesa. Entre outras publicações se encuentroam: o livro: Un soplo de vida: La escritura de Clarice Lispector, pensamiento del afuera (México, 2015), artígos diversos e capítulos em livros sobre autores como o argentino Juan Gelman, o poeta chileno Nicanor Parra, o romancista cubano Reinaldo Arenas e Clarice Lispector. Ademais, é tradutor para o espanhol de una antologia de poemas escritos pelo sociólogo portugués Boaventura de Sousa Santos (México, 2017), chamado: En los límites de la paalabra. Antología poética de Boaventura de Sousa Santos.

 

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Lucas Bandeira

 

Lucas Bandeira é doutor em literatura comparada e, atualmente, faz pesquisa de pós-doutorado do departamento de literatura comparada da Universidade Federal do Rio de Janeiro, com apoio da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa (Faperj). Foi editor de livros na Ediouro/Nova Fronteira, na Zahar e na Record e professor substituto do curso de Jornalismo da Faculdade de Comunicação Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. 

 


Anna Palma 

Doutora em Estudos da Tradução (2010) pela Pós-Graduação em Estudos da Tradução (UFSC) com a tese "La poetica della traduzione di Machado de Assis in italiano: O Anjo Rafael". Atualmente é professora associada da Faculdade de Letras da UUFMG, áreas da Lit. Italiana e Tradução, e suas linhas de pesquisa de interesse são: poéticas da tradução, literatura italiana do século XIX, Literatura Comparada. É subcoordenadora do Grupo de Pesquisa de Tradução de Teatro (GTT/CNPq). Como co-organizadora tem publicado: em 2013 publica, o livro "O Romantismo Europeu: Antologia Bilíngue"; em 2017, a coletânea "Teatro e Tradução de Teatro: Estudos", fruto do I Colóquio Internacional do GTT; em 2019 pelo Vol. II "Teatro e Tradução de Teatro: Monólogos”. Atualmente pesquisa sobre o teatro de Dario Fo e Franca Rame no Brasil.

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Ciclo Jornalismo e Litertura: Lançamento da biografia do "Lula" 

 

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Fernando Moraes

Fernando Morais nasceu em Mariana-MG em 1946. É jornalista desde 1961. Trabalhou nas redações do Jornal da Tarde, Veja, Folha de S. Paulo, Visão e TV Cultura. Entrevistou, entre outros,  Fidel Castro, Dilma Rousseff, Eric Hobsbawm, Julian Assange, Gabriel García Márquez, José Saramago, Luís Carlos Prestes, Lula, entre outros.

No Brasil, escreveu e publicou os livros “Transamazônica”, “A Ilha”, “Olga”, “Chatô”, “Cem quilos de ouro”, “Corações sujos”, “Toca dos Leões”, “Montenegro”, “O Mago”, “Os últimos soldados da Guerra Fria” e “Lula”. Os três primeiros foram convertidos em películas brasileiras de longa-metragem. “Os últimos soldados da Guerra Fria” foi adaptado para o cinema pelo diretor francês Olivier Assayas (“Wasp Network”, atualmente em exibição na Netflix). Recebeu vários prêmios Esso e Abril de Jornalismo,  além dos prêmios da Academia Brasileira de Letras e de melhor livro na Bienal do Brasil. Até o mês de dezembro de 2020 seus livros haviam totalizado cerca de 6 milhões de exemplares vendidos no Brasil e nos demais 36 países em que foram traduzidos.

 

 Miro Borges

Altamiro Borges é responsável pelo Blog do Miro - Uma trincheira na luta contra a ditadura midiática.

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Fórum das Letrinhas 2021 

João Marcos Mendonça

Mestre em artes Visuais pela Escola de Belas Artes da Universidade Feral de Minas Gerais (UFMG), Roteirista da Maurício de Souza Produções, nas revistas infantis da turma da Mônica. Professor autor de mais de 15 livros em quadrinhos para crianças, publicados em editoras como Abacatte, A Semente, Nemo, Paulinas entre outras. Participou dos livros MSP 50 (Panini), Ouro da Casa (Panini), da exposição/liro ícones dos quadrinhos, entre outros. 

O Livro Três é demais (Abacatte editorial, 2020) recebeu o prêmio selo Cátedra 10 UNESCO de Leitura PUC-RIO 2020 na catergoria Distinção. 

è autor da série de tiras Escola de Passarinhos, no Instaram, que trata do universo da educação. 

Atua também como ilustrador e pesquisador sobre o uso das histórias em quadrinhos na educação, trabalho que ganhou o troféu HQ Mix e gerou publicações teóricas na área. Ministra palaestras e oficinas em instituições de ensino, eventos literários e de quadrinhos no Brasil e o exterior. Tem um canal que ensina desenhos para crianças no Youtube, o Traça Traço. 

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Joana Cavalcanti 

Joana Cavalcanti é peota que sonha cor de prata e traduz tudo em palavra. Transforma a noite em dia e o dia em noite, enquanto pelas tardes, intervalo de quem sonha, cria o mágico e o real. Joana inventa e re-inventa renascendo em significados através do que foi dito, escrito, sentido. Brasileira na certidão de nascimento, tem um coração que vive em Recife, sua terra natal, e o seu Porto, em Portugal. Guarda na alma sol, sal e fado... Mas, equanto isto acontece, Joana é também escritora, editora da Casa de Tikum Olam, Doutora em Teoria da Literatura, professora, investigadora, conferencista. Lecionou na Universisade Federal de Pernambuco, na Faculdade Paula Frassinetti de Recife (Fafire), na ESEPF (Escola Superior de Eduação do Porto), na Universiade Católica do Porto, na Faculdade Joaquim Nabuco, Coordenou o Programa de Jornal na Educação do Diário de Pernambuco, desenvolveu projetos sociais de leitura e formação de leitores no âmbito da UNESCO e tem atuado na formação de professores em Portugal, brasil e àfrica. Dirigiu a Editora Massangana, Fundação Joaquim Nabuco, onde também ocupou o cargo de Chefe de Gabiente da Presidência. Recebeu vários prêmios, como: Troféu Madlena Freyre de Educação - 1999; Menção Honrosa pela Coordenação do Programa Leitor do Futuro - DIÁRIO DE PERNAMBUCO - Concurso "melhores Programas de Incnetivo à Leitura entre Crianças e Jovens de todo País" -Proler - Ministério da Cultura - 2000; Prêmio Maria Letícia de andrade Lima - 2001, pelo reconhecimento do trabalho realizado na área de leitura. - Associação dos Profissionais de Biblioteconomia do Estado de Pernambuco; Prêmio de Responsabildiade social para os Mlehores Porgramas de Leitura no Mundo - concedido pela WAB - Associação Mundial de Jornais - 2001; Prêmio Márcia Dragmon - concedido pelo Conselho Estadual da criança e do Adolescente - pela atuação no incentivo à leitura- 2001; COmenda da Educaçãp (2010) concedida pela Confraria da Educação do Estado de Pernambuco pelo trabalho de intervenção na Educação. Atualmente, é Professora adjunta e Investigadora, Coordenadora do curso de Especialização em  Animação de Textos Literários Infantojuvenis no ISESF, Portugal. Sua grande paixão é a Literatura e acredita que a leitura, no seu sntido mais amplo, tem o poder de resignificar as realidades. Para Joana, a palavra tem o poder curativo e transformador. É casa, mar, jardim e montanha. è vida. Desde criança sabia que escrever era o seu destino e o mundo, a sua Casa. 

Luana Freire

Luana Freire ou Lua, para quem a conhece mais de pertinho - estudou Jornalismo e Assessoria de Imprensa em Recife, trasnferindo a paixão, as bagagens e o coração para o Porto. Na cidade à beira do Douro, em Portugal, estudou Ciências da Comunicação na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Mãe, simpatizante do feminismo, devoradora de novidades, louca por viagens, boa conversa e boa comida, Lua-Luana é mulher das letras, adepta da escrita criativa e acredita que a palavra, com todas as suas máscaras e possibilidades, é infinita e capaz de mudar o mundo de quem a lê, ouve, toca, espalha e constrói.

luana
forum Maurízio Manzo nasceu na cidade Vigevano - Itália/passou a infância até o início da adolescência em Santiago - Chile/ atualmente mora no Brasil - onde residiu em diversas cidades. Continua gostando de viajar, mas ultimamente anda bem caseiro - formado em design gráfica pela UEMG/ começou a expor e participar de slões de arte com 16 anos e recebeu algumas menções honrosas/ premiado no Salão Humor na Biblioteca de BH e 2º Salão Brasileiro de Humor sobre Meio Ambiente/ Premiado na categoria cartazes na 4ª Bienal de Design Gráfico - SP/ como design gráfico e ilustrador de livros para a infância e juventude participou várias vezes da Bologna Children's Book Fair/ Books and rights Catalogue, Frankfurt, Alemanha/ prêmio altamente Recomendável FNLIJ/ Bienal Internacional de Bratislava, section of iBbY/ Acervo da Fundação Naional do Livro - FNLIJ/ Catálogo White Ravens - Internationale Jugendbibliothek (IJB). A Selection of Internacional Children's and Youth Literature, Munique, Alemanha/ LIBRO Vivo Latinoamérico, as mejores ilustraciones latinoamericanas, Buenos Aires, Argentina/ Book Ilustration Festival "BooklLL Fest" - International Book Fair in Novi Sad, Sérvia. 

TEREZA CRISTINA GONÇALVES GABARRA

É graduada em Pedagogia pela Universidade Federal de Ouro Preto, UFOP; Especialização Pedagogia e Alfabetização – PIBID/UFOP; aperfeiçoamento do Projeto de Estímulo à Docência, vinculada a Bolsa PIBID/CAPES; Projeto de pesquisa do Núcleo de Educação Inclusiva – NEI/UFOP. 

Atuou como curadora dos Festivais de Inverno de Ouro Preto e Mariana de 2010 a 2015 no Eixo Educação, área infantojuvenil e no Fórum das Letras – Fórum das Letrinhas de 2012 a 2017. Principais áreas de atuação, Produtora Cultural e Produtora de eventos e intervenções em Escolas Públicas e privadas, educação infantil e ensino fundamental, contação e reconto de histórias, hora da conversa, Jogos Literários, Sarau, Leitura em sala de aula, acompanhamento dos alunos de inclusão dentro da sala de aula, planejamento e coordenação de eventos culturais, visita técnica de projetos desenvolvidos com discentes pela condução de reforço e posteriormente com relatórios e planos de ação diferenciada individual de acompanhamento periódico de cada aluno. 

Trabalhos em grupos de professoras das escolas públicas no estimulo à docência para objetivando o aprendizado dos alunos, organização das bibliotecas das escolas, estimulo a leitura atuando em cada sala das escolas e produção e execução de eventos culturais. Hoje estou em transição para atuar como Analista Técnica de Educação Continuada.

tereza

* As trasmissões serão realizadas através do canal do Youtube do Fórum das Letras: https://www.youtube.com/channel/UCLpGSkKAbNDLKMaxj6ZRznA